quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Karwa Chauth (Dia do Jejum)

O Karwa Chauth é o dia em que as mulheres casadas fazem jejum para que os deuses concedam vida e longa e prosperidade aos seus maridos.
Como uma parte das tradições de Karwa Chauth, o “sargi” é apresentado à mulher casada por sua sogra. (sargi = alimento preparado especialmente pra o Karwa Chauth)
Logo aos primeiros sinais do amanhecer elas fazem uma refeição à base de frutas e ficam sem comer ou beber água, até a hora em que a lua apareça no céu.
Elas se vestem como se tivesse prontas pra uma festa para espera da Lua,usando seus melhores saree e joias de ouro elas cantam mantras em frente ao altar da casa e pedi proteção ao seus maridos.De fato, acredita-se que quando uma mulher faz jejum limitando-se de alimento e da água, ela adiciona realmente mais anos à vida de seu marido.
Existe também muitas solteiras que acompanham todo esse ritual pedindo um bom casamento e principalmente um filho homem.
Entre 4 a 5 da tarde começa o poja do Karwa Chauth algumas mulheres casadas convida outras mulheres em sua localidade para sua casar ou no templo, para participar no pooja de Karwa Chauth. A deusa Gauri é adorada no poja.Um Mantra de Karwa Chauth é cantado quando as mulheres executam o aarti. Antes que o pooja se acabasse, seria o crepúsculo. E elas todas vão para rua olhar a lua através de uma peneira e ter, ali ao lado, a bandeja com o primeiro alimento do dia. O marido bebe o primeiro gole,depois dá a ela a água e o alimento. Esse é momento em que alguns maridos presenteiam suas esposas com joias de ouro em sinal de respeito e agradecimentos...Namaste...
Esse ano será comemorado dia 08 de outubro.

sábado, 26 de setembro de 2009

Dussehra (Decimo Dia,Vitoria do Bem contra o Mal)

O Décimo dia do festival é chamado Dussehra (ou Dasara), e simboliza o triunfo do bem sobre o mal (simbolizado pela vitória de Rama sobre Ravana, do épico Ramayana). Para a celebração são preparados vários doces, crianças e adultos se vestem de roupas novas e de cores claras ou se fantasiam de guerreiros e deusas. Nos meses de Ashwin e de kartik, Hindus observa uma cerimónia de 10 dias de rituais, celebrações para honrar a deusa da mãe (Maa Durga) e o triunfo do senhor Rama sobre o demónio Ravana. Assim, é uma celebração da vitória de bem contra o mal . Navratri e Dussehra são comemorados durante todo o país ao mesmo tempo, com rituais de variação, mas com grandes entusiasmo e energia enquanto marca o fim do verão e o começo da Estação do Inverno.Inúmero de eventos são organizado durante esse dia na India para atear fogo em Ravana.Também chamada de Vijayadashmi, enquanto este dia marca a vitória do senhor Rama sobre Ravana. Vijayadashami é considerado ser um Dia Auspicioso para o proprietário indiano, em que adora, protege e preserva “Shakti” (energia). De acordo com escrituras, adorando o “Shakti” nestes nove-dias os proprietários alcançam o Poder Divino, isto é físico, mental e espiritual, que o ajuda a progredir na vida sem nenhuma dificuldade. O “Ramlila” - uma promulgação da vida do senhor Rama, é prendida durante os nove dias que precedem Dussehra. No décimo dia (Dussehra ou Vijay Dasami), maior do que efígies da vida de Ravana, de seu filho e de irmão - Meghnadh e Kumbhakarna são ajustados para atear fogo.
A promulgação teatral deste encontro dramático é prendida durante todo o país em que cada seção dos povos participa entusiasmo. Em queimar as efígies os povos fazem pedidos para queimar o mal dentro delas, e seguem assim o trajeto da verdade e bem, tendo o exemplo de Ravana, que apesar do todo o seu poder e a majestade foi destruída pelas más maneiras. Lenda:
Dussehra era um sabido igualmente como Vijaya Dasami, por causa da vitória da Ram sobre Ravana. Neste dia em Satya Yug, a Ram (a oitava encarnação do senhor Vishnu), matou o grandes demónio e rei de Lanka, Ravana. Quando se realiza Dussehra de 2009?
Dussehra é o último dia de Navratri; cai no decimo dia da lua, encerramento do Ashvin (esse ano em particular em setembro).
Dussehra em 2009 será realizado na segunda-feira, 28 de setembro.
Happy Dussehra e que vocês possa destruir todo mal dentro do coração e se torne pessoas mais humanas e aquelas que já são pessoas sem maldade distribua ainda mais luz nesse mundo...Namaste...Deva.
Veja a história completa sobre Rama no post : http://deva-dani.blogspot.com/2009/07/lord-hanuman.html

Fotos : Dussehra 2008.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Maya & Bahuan ??????

Cenas que não foram no ar mas que com certeza criaria uma certa curiosidade como seria se Bahuan & Maya tivesse ficado juntos....Solte sua imaginação....Namaste....Deva

O amor que foi construido ao longo da novela CAMINHO DAS INDIAS com certeza não fugir da cultura e tradição indiana que abordou o casamento arranjado como passo para construção desse AMOR DE RAJA & MAYA....

Eu deixo meus agradecimentos a equipe e a escritoria GLÓRIA PEREZ por ter participado de perto das gravações....namaste...Deva

Caminho das Indias no o jornal “Hindustan times”

Direto do blog da minha amiga Patricia achei essa post bem legal sobre o Caminho das Indias.
Na integra:
Há duas semanas atrás, o jornal “Hindustan times” publicou um artigo sobre a influencia que a novela “Caminho das Índias” esta fazendo na população brasileira. O interessante é que o autor do texto é o embaixador da Índia no Brasil. Ele mostrou seu ponto de vista e opiniões muito verdadeiras, bem como descreveu o modo como ele vê a população brasileira diante do que é passado na novela. Resolvi traduzir algumas partes do texto e postar aqui. No jornal o texto parece ser bem pequeno, mas aqui ficou um pouco grande. Mas vale a pena ler:
“Como diplomata há mais de 30 anos, tenho representado a Índia em todos os continentes do mundo: Europa, Ásia, América do Norte, África e agora, América do Sul. E durante todos esses anos, eu nunca vi nada comparado ao que estou vendo agora: a mais estranha e forte manifestação de atração pela Índia por meio da novela brasileira “Caminho das Índias”.
Um poder amenizado é um novo conceito nas relações internacionais. A palavra ‘coined’ (que vem de ‘coin’ – moeda), de acordo com o Professor de Harvard Joseph Nye, traduz como algo que é relevante, especialmente no mundo de hoje. Nye argumenta que apesar dos aspectos convencionais de poder conhecidos – poder militar, influencia política – a atração de um país, com respeito a seus aspectos mais ‘suaves’ – cultura, artes, imagem, status moral, etc - pode também ter um forte impacto, criando boas ou más influencias. Isso não é verdade?
Claro, como um diplomata indiano, eu tenho consciência disso, mesmo antes da teoria. Nós somos uma civilização única com cultura, costumes, vestiário e culinária característicos. A Índia é um pais complexo e nossas contradições e hábitos curiosos não são sempre fáceis de compreender. No entanto, há respeito pelos indianos e apreciação por nossa cultura. Eu tenho sempre batalhado para mostrar para o publico de um pais estrangeiro algo sobre minha terra e seus valores. Mas eu nunca havia imaginado que uma novela popular poderia alterar tão dramaticamente as impressões de um pais, principalmente um pais tão grande e populoso quanto o Brasil.
Assim como a novela “Caminho das Índias” chega à casa dos brasileiros todas as noites, a curiosidade e afeição pela Índia parece estar crescendo. Nós sabemos disso pelo numero e tipo de questionamento que recebemos em nossa embaixada e as perguntas que respondemos hoje em dia: o que significa o ‘bindi’, se os Dalits ainda são intocáveis na Índia, se homens e mulheres adultos dançam o tempo todo em casa, e muitas outras tantas esquisitices que são vistas na novela. Nós fazemos o que podemos com humor e imaginação para responder a tais questões. Nem todo mundo quer ouvir longas aulas ou discursos sérios para ter as perguntas respondidas. Temos também visto o mercado crescer na oferta de ‘sarees', ‘kurtas’, incensos e outros artigos exóticos. Nós carecemos de autênticos restaurantes indianos em cidades como Brasília e Rio de Janeiro. A oferta de uma culinária indiana está hoje limitada a apenas a cidade de São Paulo.
Uma questão freqüente que eu sempre me pergunto é: essa é uma novela autentica? Ela mostra a realidade da Índia? Eu honestamente não sei como responder. Primeiro, novela é uma novela e não, um documentário. Pela sua própria natureza, ela exagera, glamoriza e seleciona o que é exótico mais do que aquilo que é habitual e comum. Os brasileiros, até o momento, parecem entender isso. Segundo, o que é REAL num país com tanta diversidade, complexidade e contradições? Eu termino dizendo a meus amigos brasileiros que tudo o que a novela mostra é verdade em partes, em alguns lugares, mas o oposto é verdadeiro em equivalência. Nas perguntas mais freqüentes sobre casamentos arranjados, sistemas de casta, dote e similares, nós aproveitamos essas questões como uma oportunidade de mostrar nossa Índia moderna.
Por que Índia? Pergunta meus colegas, diplomatas de outros paises que hoje, mantêm aquele toque de inveja. Eu não sei, pergunte a Gloria Perez, a escritora. Mas em reflexão, eu sinto que a Índia é, talvez, um modelo natural. Apesar de tudo, nós nos parecemos. As atrizes brasileiras são extremamente lindas, mas também conseguem parecer bem indianas e convincentes. Atores brasileiros de renome atuam bem em papeis de um Pandit ou de um patriarca indiano, mesmo quando todo o dialogo é em português. Então, vem as afinidades naturais. Os brasileiros adoram estórias voltadas para o amor familiar com infinitas complicações, bem como nós. Os brasileiros são românticos e nós também, mesmo que o estilo de romantismo seja diferente! Eles gostam de estórias sentimentais com risos e lagrimas; nós nos atraímos pelos mesmos perfis. E ainda, somos tão diferentes. Temos costumes completamente diferentes de comer, namorar, romancear e casar. Tudo isso adiciona ‘masala’ a novela.
E mesmo sem a novela, estamos num bom momento de relações Índia-Brasil. O presidente Lula e o Primeiro Ministro Manmohan Singh são amigos e mantêm contato tanto para o G-20 quanto para o IBSA, muito acronismo de arquitetura internacional que nos coloca juntos.
As relações entre Índia e Brasil mudarão para sempre por causa da novela? Eu não seria ingênuo o bastante para acreditar nisso. Mas, futuramente, em cada esquina do Brasil, ‘saree’ não será mais uma palavra desconhecida, ‘theek hai’ poderá ser entendido e um visitante indiano poderá ser recebido com um toque de familiaridade.”
B.S.Prakash (Embaixador da Índia no Brasil).

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Gisele Monteiro - Atriz revelação em Bollywood

Brazilian girl!!!!!......Yes, Gisele Monteiro
Mês passado estreiou o filme chamado LOVE AAJ KAL ,belissimo que conta sobre duas histórias de amor,mas com foco idêntico.Vale a pena assistir. Mas a maior atração do filme é a brasileira GISELE MONTEIRO que começou sua carreira na India como Modelo e agora esta dando seus primeiro passinho em direção ao mais atrativo Bollywood,consagrada com sua carisma,doçura e muito alegre GISELE MONTEIRO esta conquistando muitos fãs....Hare baba mais uma que chegou para ficar...
Boa sorte Gi....namastê...Deva
O diretor do Filme Imtiaz Ali e a Gisele Giselle Monteiro comentam sobre 'Love Aaj Kal'.



segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Navrati - Festival das 9 Noites

Navatri/Navaratri o festival das noites, tem a duração de 9 dias, com três dias cada um dedicado a adoração de Ma Durga, a Deusa do Poder & Energia, MaLakshmia , a Deusa da Prosperidade & Riqueza e Ma Saraswati, a Deusa do Conhecimento.
Esse ano o Navatri será realizado do dia 19 de setembro a 28 de setembro.
Navatri, palavra sânscrita, significa Nove Noites(Nava:Nove e Ratri: Noite).
Durante o período, as nove formas de Deva Shakti [formas energéticas, de energia, da divindade] são homenageadas. Os Nove Dias do Durga Puja é maior festival anual de Bengala,mas que também acontece em outras partes do país.
Durante os nove dias de Navratari, gula e jejum ter precedência sobre todas as actividades diárias normais entre os hindus.Regido por muita dança,mantra e devoção religiosa destinada a Ma Durga Puja.
1 ao 3 dia de Navratri
No primeiro dia do Navaratras, um pequeno vaso com terra é preparada na sala da casa para o puja e sementes de cevada são semeados sobre ele.
Após o puja, estas mudas são puxados para fora e dado aos devotos como uma bênção de Deus.
Estes primeiros dias são dedicados a Durga Maa, a Deusa do poder e energia.Suas várias manifestações, Kumari, Parvati e Kali são todos adoraram durante estes dias. Elas representam as três classes diferentes de feminilidade que incluem a criança, o jovem ea mulher madura.
4 ao 6 dia de Navratri
Durante estes dias, Maa Lakshmi, a deusa da paz e da prosperidade é adorado.
No quinto dia, que é conhecido como Lalita Panchami, é tradicional, para reunir e mostrar toda a literatura disponível na casa, uma lâmpada de luz ou 'Diya "para invocar Maa Saraswati, a Deusa do conhecimento e da arte.
7 ao 8 dia de Navratri
Estes últimos dias pertencem a Saraswati Maa que é adorado de adquirir o conhecimento espiritual.Este, por sua vez, irá libertar-nos de toda escravidão terrena.Mas, no dia 8 deste festival colorido, Agni (fogo sagrado)é executada. Ghee (manteiga clarificada), kheer( pudim de arroz) e sementes de gergelim forma a oferta sagrada à Deusa Durga Maa.
Mahanavami Mahanavami
O festival de Navratri culmina Mahanavami.Neste dia Kanya Puja é realizado.
Nove jovens representando os nove formas de deusa Durga são cultuados.
Seus pés são lavados como um sinal de respeito para a Deusa e, em seguida, são oferecidas novas roupas como presentes pelo adorador. Este ritual é realizado na maioria das regiões do país.
Finalidade de observar o jejum
Os hindus têm alto nível de respeito para a deusa Durga quem eles olham como Ma ou Mãe de todos.O jejum para eles é uma negação das necessidades físicas do corpo e um meio para atingir ganhos de bênçãos espirituais além da deusa-mãe. Os hindus acreditam sinceramente que o jejum ajuda na criação de uma coordenação harmoniosa entre o corpo ea alma. Além disso, o jejum é também considerado como bom para o corpo. Ela ajuda a manter o corpo saudável, dando órgãos digestivos algum descanso e limpeza do corpo de materiais tóxicos.
Ritual Durga Puja
Devotos da deusa Durga observam jejum por ocasião de nove dias ao longo celebrações Durga Puja cada ano com plena confiança e sinceridade. O objetivo da observação rápida é propiciar Durga Ma e buscar suas bênçãos divinas. Tendo sido religiosamente realizadas desde as idades, durante o festival de Durga Puja ou Navratri, o jejum tornou-se uma parte intrínseca do festival.Alguns devotos de Durga Ma consomem apenas leite durante o dia de jejum, enquanto alguns só vivem em frutas. Alguns devotos observar EKANA(o que significa que eles tomam apenas uma refeição completa durante o dia). Alimentos não-vegetarianos, substâncias tóxicas e os Fast Foods são totalmente evitados durante os dias de jejum.
O jejum durante o festival de Durga Puja é também bastante popular no estado de Bengala Ocidental e em vários outros estados do sul.No final do periodo de jejum os devotos alimentam alguns mendigos e meninas por agradecimento aos encantos da Deusa Mãe Shakti.
Espero que todos vocês sejam abençoado pela Ma Durga e que ela dê a força pra continuar trilhando sua vida...Namaste a todos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Final de Mais uma OBRA NOTAVÉL DE GLÓRIA PEREZ

Realmente nao tenho palavras para manisfesta a grande alegria por ter participado de perto das filmagens dessa grande obra na India.
E com imenso prazer esta hoje colocando no meu blog uma homenagem a todos de CAMINHO DAS INDIAS,desde dos cameras aos atores que com muito carinho fizeram a OBRA DE GLORINHA se transformar em um GRANDE SUCESSO,PARABÉNS A TODOS......
Parabens em especial a você Glorinha que lindamente nos presentiou com mais uma OBRA,desejo um excelente descanso e que possa nos trazer em breve mais alegria a nossa tela da Globo.
Parabéns Glorinha e que os DEUSES INDIANOS continue em seu caminho trazendo muita luz e energia positiva em vida ..Hare baba....Namaste....Beijos da Deva Shakti pra vocês de Caminho das Indias,saudades.
Video dos bastidores da novela na INDIA .


Obs.: video criado pela nossa amiga Enza da comunidade GLORIA PEREZ,obrigada Enza amada...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ritual de Sati (Ritual das Viuvas na India)

Sati ou Suttee é um antigo costume entre os hindus, hoje em dia estritamente proibido pelas leis do Estado Indiano, que obrigava (no sentido honroso, moral, e prestigioso) a esposa viúva devota a se sacrificar viva na fogueira da pira funerária de seu marido morto.
O ritual se chama Sati e, esporadicamente, ainda é praticado em algumas regiões mais tradicionais, ainda que esteja proibido por lei.
Ele tem origem no sacrifício de Sati, a primeira esposa do deus Shiva, que se matou, numa demonstração de fidelidade ao amado que estava sendo humilhado.
Ainda que a prática do sati tenha caído em desuso, a sorte das viúvas indianas ainda é trágica o suficiente. Entende-se que elas não trouxeram sorte para a família, uma vez que os maridos morreram,na tradição indiana a mulher é a metade do marido quando eles se casam,tornando apenas 1 só,quando ser tornam viuvas a vida delas acabaram,porisso antigamento muitas se atiravam na pira,hoje em dia mesmo com a proibição a a viúva é um tabu tão forte. Quando se tornam viuvas começa a cerimônia de retirada dos simbolos de casada ,primeiramente se quebra as pulseiras ali em frente ao falecido depois será retirado o sindor (linha vermelha que identifica a mulher casada) e passam a usar roupas brancas em demostração de luto para o resto da vida,existe aqueles mais tradicionais que raspavam a cabeça das viuvas,existe muitos abrigos aonde as viuvas são abandonada pela familia do marido. (veja na postagem : http://deva-dani.blogspot.com/2009/01/cidade-das-vivas.html ) O filme Water de Deepa Mehta fez um belo retrato dessas viúvas que compõe a saga das viuvas na India. Vale a pena assistir.
O Templo Mehrangarh Fort aonde existe Hand Print de viuvas que fizeram sacrificios pelos seus maridos se atirando na pira. Em Caminho das Indias MAYA passando pelo momento das quebrando as pulseiras,iniciando a cerimonia de retirada dos simbolos de casada.



Fonte: Internet & minhas viagens.
Fotos :
Foto 1)Internet
Foto 2,3 e 4)Retirada nas gravações de Jaipur Eu & Juliana Paes.
Foto 4)Elaine da comunidade orkut visitou recentemente o Mehrangarh Fort.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

RAKHSHA BANDHAN (Um festival de amor, afeição e proteção)

Estimada Alma Divina, Swami Krishnapriyananda,
Neste dia 5 de Agosto de 2009 nós celebramos o dia sagrado do Raksha Bandhan, ou Rakhi, uma celebração de laços de amor da família. Neste dia, as irmãs amarram fios sagrados ao redor dos pulsos dos seus irmãos, simbolizando amor e afeição deles. Por sua vez, os irmãos prometem proteger a suas irmãs, e estar sempre para elas. “Raksha” significa proteção ou segurança, e “Bandhan”, significa um laço ou realização. Assim, Raksha Bandhan simboliza o laço de segurança e proteção entre irmãos e irmãs.Na medida em que o laço é feito, um Mantra sagrado é cantado, o qual diz:
Yena baddho Balee raajaa daanavendro mahaabalahtena twaam anubadhnaami rakshe maa chala maa chala.
Estou amarrando uma Rakhi em você, como aquela corda do poderoso demônio Rei Bali. Seja firme, Ó Rakhi, não hesite."

LENDAS ATRÁS DO FESTIVAL RAKHI
De acordo com uma alusão mitológica, Rakhi era a adoração do deus-mar Varuna. Por isso, oferendas de coco a Varuna, banhos cerimoniais e exposições nas praias acompanham este festival.
Há também mitos que descrevem o ritual como observado por Indrani e Yamuna para seus respectivos irmãos Indra e Yama.Uma vez, Lorde Indra estava quase vencido em uma longa batalha contra os demônios. Cheio de remorso, ele procurou conselho do Guru Brihaspati, que sugeriu para seu ataque o auspicioso dia de Shravan Purnima (lua cheia do mês de Shravan). Naquele dia, a esposa de Indra e Brihaspati amarraram uma corda sagrada no pulso de Indra, que então atacou o demônio com força renovada e o derrotou.
Dessa forma o Raksha Bhandhan simboliza todos os aspectos de proteção do bem contra as forças malignas. Até no grande épico Mahabharata, encontramos Krishna aconselhando Yudhishtthir a amarrar a potente Rakhi para protegê-lo de perigos iminentes.
Nas antigas escrituras Puranik, diz-se que a fortaleza do Rei Bali tinha sido a Raakhi.

1. Cultura Indiana - o mundo é uma só família.
No Rakhi, os irmãos e irmãos não são obrigados a terem parentes consangüíneos. Isto é uma maravilha na cultura indiana. Nossa tradição nos diz que o mundo é nosso irmão e irmã. Neste dia de Raksha Bandhan, uma moça pode amarrar um Rakhi no pulso de qualquer rapaz, ou homem, os quais ela sente próximo dela. Então, deste dia em diante, cada um deles irá chamar-se de “irmã” e “irmão”. Neste dia, os relacionamentos são reforçados, solidificados e purificados.

2. Começo sagrado.
O feriado, como todos os festivais indianos, possui um começo divido e sagrado. Na época do Mahabharata, o Senhor Krishna jogou uma arma celestial em Shishupala, tendo em visto puni-lo por seus numerosos pecados. Todavia, assim que o Senhor Krishna arremessou a arma em Shishupala, o Senhor cortou seu próprio dedo. Draupadi, imediatamente, rasgou um pedaço do seu Sari e amarrou ao redor de onde tinha saído, parando o sangramento. O Senhor Krishna disse para ela o que ela queria em retorno ao seu favor. “Nada, ó Senhor!”, ela respondeu. “Apenas a Sua sagrada presença em minha vida, todo o tempo”. Então, a partir daquele momento, o Senhor Krishna prometeu para Draupadi que Ele estaria sempre com ela, e que ela precisaria apenas chamar por Ele. Mais tarde, quando os Kauravas tentaram desonrar Draupadi, tentando remover o seu Sari num salão público, ela chamou pelo Senhor Krishna, que veio imediatamente para ajudá-la.

3. O laço de Rakhi.
Adicionalmente, à tradição de Rakhi, foi maravilhosamente criada uma maneira sagrada para as mulheres e meninas serem protegidas durante os tempos de tumulto social e político. Mesmo que um homem injurie e desonre uma mulher, ninguém poderá injuriar a sua própria irmã. O laço de Rakhi contém o sagrado de que nenhum homem ousará deixar a sua irmã em Radkhi desprotegida, como injuriar a si mesmo. Por exemplo, os antigos Muçulmanos governaram a Índia; Humanuyn foi obrigado a proteger a princesa Hindu Karmavati, mesmo a respeito de todas as sanções politicas e sociais contra Karmavati e sua família. Por que? Porque a princesa tinha enviado para Humanuyn um Rakhi.

4. Laço com Deus:
Ele mostra para nós mais do que simplesmente o laço entre irmãos e irmãs, ou a promessa de segurança. Ele nos ensina a valorosa lição sobre nosso próprio relacionamento com Deus. Draupadi deu para o Senhor Krishna um pequeno pedaço do seu Sari. Em retorno, o Senhor Krishna deu a ela um interminável e infinito Sari, o qual jamais pode ser removido. Quando nos direcionamos em direção a Deus, mesmo num pequeno passo, Ele vem em direção a nós por milhas. Quando nós oferecemos um pequeno pedaço de nossas vidas para Seus santos pés, a recompensa é infinita.

5. Novo milênio, nova tradição:
Hoje, nós devemos entender que o único caminho para o mundo atual sobreviver é unido numa só família. Nós devemos prometer fazer o mundo todo de nossos irmãos e irmãs, não apenas em teoria, mas também na prática. Portanto, usemos o Rakhi como um símbolo de nossa irmandade universal. Que nossas meninas e mulheres liderem o caminho em direção a família universal, usando o Rakhi em seus pulsos, e não apenas com seus amigos próximos, mas também nos pulsos dos inimigos. Que este dia sagrado usemos estender as mãos para aqueles que estão ao nosso redor, abraçando-os como irmãos e irmãs.

6. O verdadeiro Raksha Bandhan:
O último e mais importante: que todos nós troquemos votos de amor, afeição e proteção não apenas para com nossos irmãos e irmãs humanos, mas, que nós também ofereçamos pelo menos um pequeno cordão para o Senhor. Ele é nosso verdadeiro irmão, nossa verdadeira irmã, ou nosso protetor. É com Ele que nós deveremos querer estar eternamente atados. Que o divino Rakhi que nós oferecermos ao Senhor jamais seja desatado, jamais se torne desbotado, e jamais se quebre.

Com amor e bênção para todos. Em serviço a Deus e a humanidade Swami Chidanand Saraswati

Feliz Rakhsha Bandhan a todos....Namastê....Deva Shakti

sábado, 25 de julho de 2009

Entrevista de Glória Perez

Namastê, Brasil
Gloria Perez
abre a casa, fala de vida, morte e rebate críticas .
A pouco mais de um mês do fim de mais um sucesso, Gloria Perez divide sua rotina entre os desfechos de ‘Caminho das Índias’, a quimioterapia que a fez adotar perucas e as saídas às ruas para buscar inspiração e renovar as energias.
Pontualmente às cinco da tarde, Gloria Perez abre a porta de seu apartamento, no Posto 6 de Copacabana, com um largo sorriso no rosto dando as boas-vindas. Produzida, bem-humorada e com brilho nos olhos, a autora dos 45 pontos no Ibope, hoje a maior audiência da televisão brasileira, me
mostra seu escritório. Ali é o local de trabalho (ela mora no mesmo bairro, perto dali). Gloria me convida para ir à varanda, onde a vista do Forte e, lógico,
do mar azul de Copa, são deslumbrantes. Oferece um cafezinho, preparado na hora por pela mesma, e o papo flui. Gloria, do lado de dentro da cozinha; eu, do lado de fora. Ficamos separados por uma bancada, onde fica um laptop. Numa mesa de vidro, uma imensa tela de computador exibe a foto de Daniela Perez. A TV permanece ligada o tempo inteiro. No computador portátil, Gloria Perez escreve sozinha, diariamente — e em pé! — 32 páginas da trama que mostra para o Brasil uma cultura desconhecida, encantadora e cheia de contrastes.
Durante mais de uma hora de conversa, falamos de tudo um pouco. Com direito a muitas gargalhadas e pausas quase dramáticas. Essa espécie de sacerdotisa do horário nobre me mostrou um lado seu que poucos conhecem: o da avó orgulhosa de seus netos (presentes num porta-retratos) até a mulher que namora, sim! Esperava encontrar a escritora de folhetins vitoriosos passando por mais uma dificuldade em sua vida. Afinal, Gloria faz quimioterapia para combater um linfoma, já retirado da tireoide. Me surpreendi, porém, ao ver uma mulher cheia de vida e disposição, que coloca as pernas em cima da mesa, tamanha a descontração. É um pouco desta brasileira que a Canal Extra mostra a partir de agora. Saiba como pensa e vive Gloria Perez, a autora de “Caminho das Índias”, cuja própria vida valeria uma novela.

O tema ‘Índia’
“Estive com a Globo lá em Cannes, na França, durante a MIPCOM (feira internacional onde TVs do mundo todo apresentam seus produtos) e houve uma festa indiana. Quando vi aquelas mesas, aquelas roupas, fiquei encantada com a mistura que tinha ali na minha frente, do milenar com o futuro. Então, pensei: ‘Tenho que falar disso’”.

Medidor do Ibope
“Tenho um em casa. É claro que a maquininha do Ibope me emociona, mas já não tem o mesmo impacto de antes. A tendência hoje é que o controle esteja nas mãos do telespectador. Ele determina o que e quando vai assistir. Isso muda tudo. A medição tradicional já não responde a essas mudanças. Hoje, o impacto da repercussão é mais forte. O grande barato é andar pelas ruas e ouvir as pessoas falando as expressões da novela, ver as vitrines cheias de moda indiana...”.

Andando pelas ruas
“Não dá para sair o dia inteiro quando se está com uma novela, mas sinto muita necessidade desse contato com a vida. Para mim, é muito difícil fazer uma novela me mantendo isolada. Ando pelas ruas sem pensar na trama, em pesquisa, em nada. Isso me energiza, eu preciso disso, do contato com as pessoas, com a vida. Ouvir alguém contar uma história, um problema, mesmo que não tenha nada a ver com a novela. Isso é vida”.

Namoro, sim!

“Lógico que eu namoro! No momento, estou só. Você acha que alguém namora fazendo novela? É difícil. Não precisa interromper, mas tem que ser um romance muito firme para durar enquanto você está escrevendo um folhetim, porque tem que acertar o relógio pela sua rotina. E não é nada fácil”.

Vida noturna
“Eu gosto de dançar na Gafieira Estudantina, saio para jantar com meus amigos, tenho uma vida bem movimentada. No entanto, não vou para onde está
o holofote, porque meu trabalho já é debaixo do holofote. Gosto de viver uma vida mais discreta”.

Com cara de casa
“Meu escritório é meu lugar, onde tenho tudo, onde tenho minha pesquisa. Em casa, tem o telefone tocando, tem o cachorro que não gosta da novela... Ele sabe desligar o computador com a pata! É muito estressante”.

Copacabana
“Sou uma pessoa de cidade grande. Vim do mato, mas sou uma pessoa da cidade. Gosto disso, desse burburinho. E Copacabana é uma síntese do Rio, gosto dessa diversidade daqui, gosto de andar de bicicleta, ir à praia. Neste momento, não posso pegar sol (por causa da quiomioterapia), mas, quando posso, Copacabana é perfeito. E o melhor é que não tem fotógrafo nenhum, porque eles não ficam em Copa. Agora, se você for para Ipanema, lá é cheio de paparazzi”.

Críticas
"Não me atenho a críticas porque acho que a televisão não produziu uma crítica à altura dela. Nós só tivemos um crítico de TV, que foi o Arthur da Távola, sabe por quê? Porque era um homem que gostava de novelas. Tem gente que tem coluna de TV, mas não gosta de novela. Como diz o Lombardi (Carlos Lombardi, o autor), gente que o jornal não considerou suficientemente boa para fazer crítica de cinema, e se ressente disso. O ressentimento transparece no que escrevem, como se a gente tivesse culpa! Esses, em vez de crítica, fazem campanhas, contra ou a favor de determinado autor. Tem uma loura que até
inaugurou o gênero ‘crítica anônima’ para falar mal da minha novela. Quem pode respeitar alguém que não assina o que pensa? Eu não respeito. E quando a
coisa é pessoal, como neste caso, não dá para levar em conta, certo?”.

Popular é brega?
“Existe uma distorção cultural no Brasil que é rejeitar o popular, identificá-lo como falta de qualidade. Lembro que quando botava o Zeca Pagodinho na novela, muita gente torcia o nariz, achava brega. Hoje, o Zeca virou unanimidade, mas é sempre preciso que alguém que se apresente como chique ponha a etiqueta de qualidade para que a aceitação seja plena. Quando eu vim do Acre, adorava Luiz Gonzaga. Meus colegas morriam de rir, achavam breguíssimo. Depois que Caetano Veloso disse que ele era um gênio, passaram a idolatrá-lo”.

TV e cinema
“A TV, a novela brasileira, fizeram a crônica da vida brasileira, o que o cinema não fez. Se você pegar uma novela da década de 70, vai ver exatamente como era o Brasil naquela época. Já no cinema isso não acontece. Quem retrata o cotidiano da vida brasileira são as novelas. Num determinado momento, o cinema brasileiro, que não começou assim, tomou um rumo perigoso: os filmes tinham que ser todos geniais, tinham que defender teses. O cotidiano, o retrato dos sentimentos, o simples, o cinema-diversão, ficou de la-do, como algo alienante. Ultimamente, a coisa tem mudado. Que bom que seja assim!“.

‘Firangi estrangeira’
”Essa expressão ‘firangi estrangeira’ me soou engraçada. A tradução junto com a palavra ficou engraçada. Como eu iria explicar o tempo todo que ‘firangi’
significa ‘estrangeira’? É de propósito. Criticar isso é o que as nossas avós chamavam de procurar pelo em ovo”.

Sinopse original
“Agora é que vou começar a escrever a novela que não está na sinopse. A sinopse acaba no momento em que Bahuan (Márcio Garcia) volta para a Índia e fica entre casar com uma mulher milionária ou tentar reconquistar o amor de Maya (Juliana Paes). O meu jeito de escrever não é nada previsível. Não sou daquelas pessoas que sabem exatamente o que vai acontecer. Gosto muito de me surpreender, acabar um capítulo e eu mesma não saber como vou resolver aquilo, porque é um jogo comigo mesma, me diverto com tudo isso”.

Merchandising social
“Fiquei marcada pelo público por causa das campanhas sociais nas minhas novelas. Resolver o problema não é a nossa função, mas, sim, colocar em discussão, lançar luz, botar um holofote em cima do assunto. Se você faz um país inteiro discutir com quem vai ficar a mocinha, também pode fazer todo mundo discutir algo que mude a vida das pessoas. É isso que sempre busco nas minhas novelas”.

Yvone, a psicopata
“Quando criei Yvone (Letícia Sabatella), queria mostrar uma psicopata não assassina, porque essa personagem ninguém mostrou ainda. Os psicopatas estão aí. Como diz a Ana Beatriz Barbosa (autora do livro ‘Mentes perigosas’), o perigo mora ao lado. E costumam se dar muito bem, sempre, porque não têm limites, passam por cima de tudo e de todos para obterem o que querem. Eles estão sempre matando, não necessariamente as pessoas, mas os sonhos, os projetos, a confiança que se deposita neles. Matar só acontece se as pessoas constituírem uma pedra no caminho deles. Se não precisam, puxam o tapete”.

Yvone x Guilherme de Pádua
“Não pensei em Guilherme de Pádua quando criei a Yvone. Ele é um psicopata assassino, armou à mão da mulher, planejou, emboscou e assassinou minha filha porque não apareceu em dois capítulos e achou que estava saindo da novela. Só um psicopata faz isso e depois fala disso da maneira que um psicopata fala: com trivialidade. Para um psicopata, as outras pessoas são apenas um meio para conseguir um objetivo. Guilherme de Pádua e Paula Thomaz (hoje, Paula Nogueira Peixoto) mataram, deram pêsames à família e foram dormir tranquilamente. A polícia acordou os dois. São coisas que só psicopatas fazem, só alguém completamente desvinculado de sentimentos, de empatia com outro ser humano, é capaz de fazer”.

Livro sobre o caso Daniella
“Tenho um material muito grande que os jornalistas me deram ao falarem com o assassino na cadeia, com entrevistas que fizeram com os delegados que prenderam Guilherme, contando da prisão. Fiz um banco de dados que está começando ainda, e botei na internet, numa página associada ao meu blog. Ali está tudo reunido, por sequência. Desde a investigação até a sentença do juiz”.

Quimioterapia
“Já fiz três das seis sessões de quimio que eu preciso fazer. A ideia que eu tinha da quimio era muito negativa, de uma coisa assustadora, dolorosa... Mas é igual a ler uma bula de remédio. Quando você vê os efeitos colaterais do remédio, já se imagina sentindo todos eles. Não é bem assim. Comecei a conversar com muitas pessoas que passaram por esse processo sem grandes danos. Alguns tiveram enjoo, ou algum outro sintoma, outros não tiveram nada. Eu, até hoje, não tive nada. Claro que não se pode comparar meu caso com casos muito graves. Tive um linfoma que estava na tireoide, era primário, e foi inteiramente retirado. A quimio é preventiva”.

Vaidade
“Senti que as pessoas valorizam muito essa coisa da queda do cabelo, eu não valorizei. Tenho três perucas, de tons diferentes. Uma mais curta, uma média e uma longa, na qual faço rabo de cavalo e tudo. Não tem problema nenhum, o cabelo nasce de novo, assim que acabar a quimioterapia vai começar a nascer outra vez”.

Prazo de validade “Não é que você passe a ver a vida de outra maneira, mas essas coisas sempre lembram que temos prazo de validade. Às vezes, a gente esquece disso e é bom ficar alerta. Sempre dei muito valor às pequenas coisas, mas passei a dar um pouco mais, a me preocupar com os que vêm depois de mim. Sempre convivi muito com essa ideia de que a gente tem prazo de validade, sempre”.

Morte
“Sempre percebi a morte de uma forma muito natural. Vim do interior, do Acre, então convivi intimamente com a natureza, e o ciclo da vida é muito presente e claro para mim. Mostra que tudo tem fim, que as coisas se renovam. É bonito que seja assim, a gente precisa sair para outros chegarem, assim como outros saíram para a gente chegar”.

O final da novela
“O final de ‘Caminhos’? Esperem por grandes emoções. Posso adiantar que Duda (Tania Khalill) não vai morrer de parto, como estão espalhando; a família de Opash (Tony Ramos) não vai ficar na miséria, nem Zeca (Duda Nagle) vai ficar paralítico! Imagina, também disseram que Raul (Alexandre Borges) vai matar Yvone. Isso não existe. As pessoas devem estar loucas para se livrarem dela. Credo, o pessoal gosta de ópera! E ainda faltam 32 capítulos para eu escrever”.

Fonte : http://extra.globo.com/lazer/canalextra/posts/2009/07/25/gloria-perez-abre-casa-fala-de-vida-morte-rebate-criticas-208121.asp

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O que é Namastê?

Namastê ou Namaskar representa a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro,principalmente na Índia por não termos contato fisíco como aperto de mão ou beijos no rosto como nos brasileiros costumamos fazer.
Namastê ou Namaskar (Sânscrito: == [नमस्ते], [nʌmʌsˈteː]) É um cumprimento ou uma saudação falada bastante comum no Sul da Ásia. Namaskar é considerado uma forma ligeiramente mais formal do que Namaste mas ambas as expressões expressam um grande sentimento de respeito.
Na linguagem coloquial digamos que Namastê usamos entre os jovens,amigos e pessoas que temos mais intimidades e já o Namaskar usamos para pessoas idosas,autoridades,avôs,sogros enfim pessoas que teremos mais respeito,mas ambas Namastê ou Namaskar tem mesmo significado.
Namaste é uma das algumas palavras Sanskritas comumente reconhecidas por aqueles que não falam Hindu. No ocidente, ela é usada para indicar a cultura sul-asiática em geral. "Namaste" é particularmente associada geralmente à aspectos da cultura sul-asiática como vegetarianismo, yoga, e hinduísmo.
Ainda quando saudação, um "Namaste" pode ser dito com as mãos juntas em frente ao tórax com uma ligeira curvatura. Para indicar profundo respeito, pode-se colocar as mãos em frente a testa, no caso de reverencia à um Deus ou Santidade, coloca-se a mão completamente acima da cabeça,principalmente dentro dos templos perante as divindades.
Recentemente, e mais globalmente, o termo "Namaste" foi associado especialmente ao yoga e à meditação. Neste contexto, ele foi visto em uma grande variedade de termos com significados complicados e poéticos que se ligam com as origens espirituais da palavra.
Utiliza-se na India e no Nepal por Hindus, Sikhs, Jainistas e Budistas. Nas culturas indianas e nepalesas, a palavra é dita no início de uma comunicação verbal ou escrita. Contudo, o gesto feito com as mãos dobradas é feito sem ser acompanhado de palavras quando se despede. No yoga, namaste é algo que se dirá ao instrutor e que, nessa situação, significa “sou o seu humilde criado”. Literalmente significa “curvo-me perante ti”.
A palavra provém do Sânscrito (NAMAS): "curvar-se, saudação reverencial", e (TE): “para ti”.
Quando dito a outra pessoa, é normalmente acompanhada de uma ligeira vénia feita com as duas mãos pressionadas juntas, as palmas tocando-se e os dedos apontando para cima, no centro do peito. O gesto também pode ser realizado em silêncio, contendo o mesmo significado. É a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro.
Quando dito a outra pessoa, também poderá significar:
"O Deus que habita em mim saúda o Deus que há em ti".

Namastê or Namaskar a todos....Deva Shakti

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Azeem o Shan Shahenshah

Homenagem ao Bahuan o intocavél de CAMINHO DAS ÍNDIAS.
Azeem o shan shahenshah
(O great and glorious Emperor)
Farma ravaa
(You are the commander of authority)
Hamesha hamesha salaamat rahe
(Forever may You be safe and secure)
Tera ho kya bayan, tu shaan e Hindustan
(How do we praise You, You are the pride of Hindustan)
Hindustan teri jaan tu jaan e Hindustan
(Hindustan is Your life, and You are the soul of Hindustan)
Marhaba O Marhaba
(Welcome o Emperor, welcome) Sab nagran ma, Har aangan ma
(In every town, In every territory)
Prem hai tumra, Har har mann ma
(Your love exists In every heart)
Daya jo tumri, Mahabali hai
(Its Your mercy O Emperor)
Des mein sukh ki Pavan chali hai
(That the breeze of joy blow in the county).
Jhan jana jananna...
Marhaba O marhaba
(Welcome o Emperor, welcome) Azeem o shan shahenshah, Marhaba
(O great and glorious Emperor)
Deta hai har dil yehi gawahi
(Every heart gives this testimony)
Dilwale hai dil-e-lahi
(Our Emperor has a mighty heart)
Jao kahin bhi niklo jidhar se
(No matter where You go or come)
Galiyo galiyo sona barse
(Every path is showering with gold)
Jhan jhanan nana...
Marhaba Ho Marhaba

(Welcome o Emperor, welcome) Azeem o shan shahenshah
(O great and glorious Emperor)
Tera mazhab hai jo mohabbat
(Your religion is Love)
Kitne dilo par teri hukumat
(Your rule/reign over so many hearts)
Jitna kahe hum utna kam hain
(No matter how much we praise, it's just too less)
Tehzeebo ka tu sangam hai
(You are the unifier of all cultures)
Azeem o shahenshah
(O great and glorious Emperor)
Farma ravaa
(You are the commander of authority)
Hamesha hamesha salaamat rahe
(Forever may You be safe and secure)
Tera ho kya bayan, tu shaan e Hindustan
(How do we praise You, You are the pride of Hindustan)
Hindustan teri jaan tu jaan e Hindustan
(Hindustan is Your life, and You are the soul of Hindustan)
Marhaba O Marhaba
(Welcome o Emperor, welcome)