sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Indiano planeja próprio sequestro para pagar viagem com a namorada

O indiano Pavan Verma, de 22 anos, planejou seu próprio sequestro para forçar seu pai a entregar 2 milhões de rúpias (cerca de R$ 75 mil), já que sua namorada queria passar o Ano Novo em grande estilo em Macau, na China, de acordo com a reportagem do jornal inglês "Daily Telegraph".
Segundo a polícia, o jovem não tinha dinheiro para bancar a viagem com a namorada, já que estava com dívidas de quase R$ 30 mil devido ao padrão de vida elevado que leva.
Verma desapareceu depois que deixou a loja de seu pai no bairro de Karol Bagh, em Nova Délhi. Quando seu pai ligou para ele, um suposto sequestrador atendeu e disse que seu filho era mantido prisioneiro e só seria liberado após o pagamento do resgate.
A família descobriu a farsa quando o irmão do jovem fez o pagamento.A polícia disse que Verma não será indiciado, já que seu pai retirou a queixa.
Esses indianos sao muito ilarios,risos..
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1429329-6091,00-INDIANO+PLANEJA+PROPRIO+SEQUESTRO+PARA+PAGAR+VIAGEM+COM+A+NAMORADA.html

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Deusa Lakshmi

Em Caminho das Índias Maya a personagem de Juliana Paes era chamada pelo pai de minha DEUSA LAKSHMI,Vamos entender um pouco sobre essa Deusa.

Lakshmi ou Laxmi é uma divindade do hinduísmo, esposa do deus Vishnu, o sustentador do universo na religião hindu. É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna. A deusa é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder. É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura.
Pode ser vista sentada sobre uma flor de lótus, ou segurando flores de lótus nas mãos, e um cântaro que jorra moedas de ouro.
Geralmente atribui-se a Lakshmi o símbolo da suástica, que representa vitória e sucesso. Apadma é o nome dado a Lakshmi, quando representada sem o lótus, ao sair do Oceano.
Lakshmi é uma Deusa Indiana casada com Vishnu(um Deus Protetor)que é muito amada por seu povo. Foi ela que deu a Indra, o Rei dos Deuses, o soma (ou sangue do conhecimento) do seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse o Rei dos Devas.
A Deusa Lakshmi significa "boa sorte" para os hindus. A palavra "Lakhsmi" é derivada da palavra "Laksya" do sânscrito, significando o "alvo", o "objetivo".
Suástica "virada à direita", forma decorativa hindu associada a Lakshmi.

NASCIMENTO DE LAKSHMI
Como todas as Deusas no panteão Hindu, Lakshmi tem muitas histórias sobre sua origem. Uma delas conta, que o Rei dos Reis, Indra, um certo dia, perdeu seus poderes e envelheceu. Um sábio nomeou um Deva menor para ir até Brahma em busca de uma solução. Entretanto,esse último o conduziu até Mahavishnu (avatar de Vishnu) para um melhor aconselhamento. Vishnu sorriu ao ouvir o problema dos Devas (Deuses Menores) e deu-lhes uma solução. Disse que deveriam agitar o poderoso oceano de leite e beber amrita, o elixir que os faria recuperar a juventude e a força.

Mas tal feito não era nada fácil. Como chocalhar o oceano? Usando a montanha Mandara e a serpente Vasuki. Os Devas então foram providenciar tudo. Mas a montanha Mandara necessitava de uma base para puxá-la. Então Vishnu transformou-se em uma tartaruga poderosa e serviu de base para a montanha. Colocaram ainda, a serpente Vasuki em torno da montanha para protegê-la.
Os demônios acordados com tanta agitação, também quiseram compartilhar o elixir. Os Devas, como sabiam que não conseguiriam realizar a tarefa sozinhos, aceitaram a ajuda dos Asuras (demônios).

Agitaram tanto o oceano até que seus braços se feriram e receberam então, quatorze presentes preciosos para à humanidade. A Deusa Lakshmi foi a última a emergir. Sentada sobre um lótus,era extremamente bela e encantou a todos. Os elefantes do céu derramavam gotas de água para refrescá-la. De acordo com a mitologia hindu, a terra inteira é mantida por quatro elefantes chamados Dik-gaj, onde "dik" significa o sentido e "gaj", o elefante.
Lakshmi trouxe consigo o elixir, que faria reviver a força dos Deuses. Escolheu então, para ser seu consorte, Vishnu. Vishnu carregou Lakshmi do oceano até o céu e cada vez que ele desce na terra como um avatar, é acompanhado por um avatar de Lakshmi.

REENCARNAÇÕES DA DEUSA
A Deusa-Mãe Lakshmi é consultada pela população hindu, buscando algum tipo de riqueza.A mulher é a manifestação, na terra,da mãe Laksmi, a deusa da prosperidade,por isso é tradição que ela guarde a chave do cofre. Além disso, os indianos consideram importante a palavra da mulher em uma decisão financeira. Essa é uma sabedoria antiga que garante a segurança material da família, pois acredita-se que a mulher protege mais os interesses dos familiares que o homem.
Há oito modalidades de se adorar Lakshmi, levando em conta o resultado desejado. A imagem abaixo também ilustra as oito reencarnações da Deusa Lakshmi:

*Santhana lakshmi
Ela protege toda a Riqueza da Família, principalmente as crianças.
* Gaja laksmi
Ela surge como Rainha Universal com seus dois elefantes que atendem todas as preces e orações..
* Aishwarya lakshmi
Só Ela encerra a totalidade do conhecimento, tanto material quanto espiritual.
* Dhanya lakshmi
É Ela que alimenta o mundo nos concedendo a Riqueza da boa colheita dos grãos.
* Adhi lakshmi
Ela é a Mãe Divina e fonte de todo o poder de Vishnu.
* Vijaya lakshmi
É Ela que nos concede a vitória sobre obstáculos e problemas (vitória tb, no trabalho e aspectos legais)
* Dhana lakshmi
Ela é a doadora do todo tipo de riqueza
* Veera lakhsmi ou Dhairyalakshmi
É Ela que nos dá força e coragem para enfrentarmos qualquer sacrifício.

OS BENEFÍCIOS DA ADORAÇÃO:

Cada um dos aspectos ou reencarnações acima, são chamados de"vrata". Por exemplo, para alcançar a vitória na guerra ou em batalhas legais, deve-se ativar o vrata Vijaya-lakshmi. Para a saúde, o vrata de Veera-lakshmi da coragem e do poder deve ser ativado. Para que a casa ou comércio seja próspero o vrata indicado é o Dhanya-lakshmi. E assim por diante...
Todos que empreendem a busca de um vrata da Deusa Lakshmi com fé e sinceridade, conseguirão o que desejam.

ADORAÇÃO DO VRATA
Para as mulheres é importante a conexão com a Deusa Lakshmi, pois ela traz muita prosperidade para toda a família. A mulher hindu tradicional preza muito pela conservação de um lar saudável e próspero. Conseqüentemente, as mulheres pedem a ajuda de Lakshmi para assegurar essa harmonia, especialmente porque ela é considerada como modelo de esposa perfeita. O relacionamento de Lakhsmi e Vishnu ilustra esse aspecto.
Qualquer ritual deve ser realizado em uma sexta-feira que coincida com os dias 11 ou 21 do mês. Não deve-se comer carne nesse dia.
Sempre que o puja(ritual de adoração) é realizado, ele compreende três componentes importantes: ter uma imagem ou ilustração da Deusa; o ato do puja, ou adoração que inclui moedas,flores, frutas e alimentos que devem ser lhe oferecidos e no final os alimentos são abençoados e devem ser consumidos.
Executando-se essas três etapas cria-se um relacionamento emocional direto com a Deusa.
Você pode criar em sua casa um pequeno altar para adorar Lakshmi e pedir prosperidade e riqueza para sua vida. É só achar um cantinho ou uma mesinha vazia, cobri-la com uma toalha amarela e colocar a imagem ou uma fotografia da Deusa. Coloque então uma vasilha com água pura, duas lamparinas à óleo ou velas vermelhas, incenso indiano, moedas, uma bandeja com 5 variedades de frutas da época, um vaso com rosas vermelhas, pasta perfumada da madeira de sândalo, e Panchaamrutam, que é uma mistura de mel, manteiga purificada (ghee), coalhada, leite e açúcar. Pode ser substituído por um doce de ambrosia, que é mais conhecido por todos nós. Coloque um som ambiental com músicas indianas. Depois que o altar estiver pronto sente-se em uma cadeira ou na posição de lótus no chão e feche os olhos. Agora imagina-se flutuando em um rio em cima de uma flor de lótus vermelha gigante. Ao seu lado estará Lakshmi, linda em seu sari vermelho todo bordado de dourado. Converse com ela e diga que você lhe trouxe muitos presentes para serem trocados por sua abençoada sabedoria. Deixe que o fluxo de sua imaginação carregue você, escute as palavras da Deusa e aqueça-se com sua abundância.
Quando quiser voltar é só se despedir da Deusa, respirar três vezes profundamente e abrir os olhos.
Seja Bem-Vinda!



MANTRA - Aarti Mahalaxmi Om Jai Laxmi Mata


Mahalaxmi Aarti
Om Jai Laxmi Mata, Maiya JaiLaxmi Mata,
Tumko nis din sevat, Hari, Vishnu Data
Om Jai Laxmi Mata

Uma Rama Brahmaani, Tum ho Jag Mata,
Maiya, Tum ho Jag Mata,
Surya ChanraMa dhyaavat, Naarad Rishi gaata.
Om Jai Laxmi Mata.

Durga Roop Niranjani, Sukh Sampati Data,
Maiya Sukh Sampati Data
Jo koyee tumko dhyaataa, Ridhee Sidhee dhan paataa
Om Jai Laxmi Mata.

Jis ghar mein tu rehtee, sab sukh guna aataa,
Maiya sab sukh guna aataa,
Taap paap mit jaataa, Man naheen ghabraataa.
Om Jai Laxmi Mata

Dhoop Deep phal meva, Ma sweekaar karo,
Maiya Ma sweekaar karo,
Gyaan prakaash karo Ma, Moha agyaan haro.
Om Jai Laxmi Mata.

Maha Laxmiji ki Aarti, nis din jo gaavey
Maiya nis din jo gaavey,
Dukh jaavey, sukh aavey, Ati aananda paavey.
Om Jai Laxmi Mata.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Lord Ganesh (Deus da abertura da Novela Caminho das Indias)

PROSPERIDADE EM 2010 A TODOS MEUS AMIGOS E QUE LORD GANESH ACOMPANHE VOCES...BEIJOS NO CORACAO...NAMASTE...DEVA


Sou devota de Lord Ganesh e hoje quiz contar para vocês um pouco sobre esse Deus que tanto nos traz prosperidade....Namaska...Deva

GANESH

No hinduismo ,Ganexa ou Ganesha (sânscrito: गणेश ou श्रीगणेश (quando usado para distinguir status de Senhor) (ou "senhor dos obstáculos," seu nome é também escrito como Ganesa e Ganesh, algumas vezes referido como Ganapati) é uma das mais conhecidas e veneradas representações de deus. Ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e o "esposo" de Buddhi (também chamada Riddhi) e Siddhi. Ele é chamado também de Vinayaka em Kannada, Malayalam e Marathi, Vinayagar e Pillayar (em Tamil), e Vinayakudu em Telugu. 'Ga' simboliza Buddhi (intelecto) e 'Na' simboliza Vijnana (sabedoria). Ganesha é então considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato. É habitualmente representado sentado, com uma perna levantada e curvada por cima da outra. Tipicamente so eu nome é prefixado com o título Hindu de respeito 'Shri' ou Sri.
Ganesha é o símbolo das soluções lógicas, e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante, e ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos". Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.
O culto de Ganesha é amplamente difundido, mesmo fora da Índia. Seus devotos são chamados Ganapatyas.
História de Ganesha
A mais conhecida história é provavelmente aquela encontrada no Shiva Purana. Uma vez, quando sua mãe Parvati queria tomar banho, não havia guardas na área para protegê-la de alguém que poderia entrar na sala. Então ela criou um ídolo na forma de um garoto, esse ídolo foi feito da pasta que Parvati havia preparado para lavar seu corpo. A deusa infundiu vida no boneco, então Ganesha nasceu. Parvati ordenou a Ganesha que não permitisse que ninguém entrasse na casa e Ganesha obedientemente seguiu as ordens de sua mãe. Dali a pouco Shiva retornou da floresta e tentou entrar na casa, Ganesha parou o Deus. Shiva se enfureceu com esse garotinho estranho que tentava desafiá-lo. Ele disse a Ganesha que ele era o esposo de Parvati e disse que Ganesha poderia deixá-lo entrar. Mas Ganesha não obedecia a ninguém que não fosse sua querida mãe. Shiva perdeu a paciência e teve uma feroz batalha com Ganesha. No fim, ele decepou a cabeça de Ganesha com seu Trishula (tridente). Quando Parvati saiu e viu o corpo sem vida de seu filho, ela ficou triste e com muita raiva. Ela ordenou que Shiva devolvesse a vida de Ganesha imediatamente. Mas, infortunadamente, o Trishula de Shiva foi tão poderoso que jogou a cabeça de Ganesha muito longe. Todas as tentativas de encontrar a cabeça foram em vão. Como último recurso, Shiva foi pedir ajuda para Brahma que sugeriu que ele substituísse a cabeça de Ganesha com o primeiro ser vivo que aparecesse em seu caminho com sua cabeça na direção norte. Shiva então mandou seu exército celestial (Gana) para encontrar e tomar a cabeça de qualquer criatura que encontrarem dormindo com a cabeça na direção norte. Eles encontraram um elefante moribundo que dormia desta maneira e após sua morte, tomaram sua cabeça, e colocaram a cabeça do elefante no corpo de Ganesha trazendo-o de volta à vida. Dali em diante ele é chamado de Ganapathi, ou o chefe do exército celestial, que deve ser adorado antes de iniciar qualquer atividade.
Assim como acontece com todas as outras formas externas nas quais o Hinduísmo representa deus, no sentido da aparência pessoal de Brahman (também chamada de Ishvara, o Senhor), a figura de Ganesha é também um arquétipo cheio de múltiplos sentidos e simbolismo que expressa um estado de perfeição assim como os meios de obtê-la. Ganesha, de facto, é o símbolo daquele que descobriu a Divindade dentro de si mesmo.
Ganesha é o som primordial, OM, do qual todos os hinos nasceram. Quando Shakti (Energia) e Shiva (Matéria) se encontram, ambos o Som (Ganesha) e a Luz (Skanda) nascem. Ele representa o perfeito equilíbrio entre força e bondade, poder e beleza. Ele também simboliza as capacidades discriminativas que provê a habilidade de perceber a distinção entre verdade e ilusão, o real e o irreal.
Uma descrição de todas as características e atributos de Ganesha podem ser encontradas no Ganapati Upanishad (um Upanishad dedicado a Ganesha) do rishi Atharva, no qual Ganesha é identificado com Brahman e Atman. Este Hino Védico também contém um dos mais famosos mantras associados com esta divindade: Om Gam Ganapataye Namah (literalmente: "Eu Te saúdo, Senhor das tropas").
Nos Vedas pode-se encontrar uma das mais importantes e comuns orações a Ganesha, na parte que constitui o início do Ganapati Prarthana:
Om ganaman tva ganapatigm havamahe kavim kavinamupamashravastanam
jyestharajam brahmanam brahmanaspata a nah shrunvannutibhih sida sadanan


O Senhor cujo a Forma OM
Ganesha é também definido como Omkara ou Aumkara, que significa "tendo a forma de Om (ou Aum) . De fato, a forma do seu corpo é uma cópia do traçado da letra Devanagari que indica este grande Bija Mantra. Por causa disso, Ganesha é considerado a encarnação corporal do Cosmos inteiro, Ele que está na base de todo o mundo fenomenal (Vishvadhara,Jagadoddhara). Além disso, na Linguagem Tamil, a sílaba sagrada é indicada precisamente por uma letra que relembra o formato da cabeça de Ganesha.
O Deus da Boa Fortuna
Em termos gerais, Ganesha é uma divindade muito amada e frequentemente invocada, já que é o Deus da Boa Fortuna quem proporciona prosperidade e fortuna e também o Destruidor de Obstáculos de ordem material ou espiritual. É por este motivo que sua graça é invocada antes de iniciar qualquer tarefa (por exemplo, viajar, prestar uma prova, realizar um assunto de negócios, uma entrevista de trabalho, realizar uma cerimônia) com Mantras como: Aum Shri Ganeshaya Namah (salve o nome de ganesha), ou similares. É também por esse motivo, que tradicionalmente, todas as sessões de bhajan (cântico devocional) iniciam com uma invocação de Ganesha, o Senhor dos "bons inícios". Por toda a Índia de cultura hindu, o Senhor Ganesha é o primeiro ídolo colocado em qualquer nova casa ou templo.
Além disso, Ganesha é associado com o primeiro chakra, que representa o instinto de conservação e sobrevivência e de procriação. O nome desse chakra é muladhara.
Cada elemento do corpo de Ganesha tem seu próprio valor e seu próprio significado:
A cabeça de elefante indica fidelidade, inteligência e poder discriminatório;
O fato dele ter apenas uma única presa (a outra estando quebrada) indica a habilidade de Ganesha de superar todas as formas de dualismo;
As orelhas abertas denotam sabedoria, habilidade de escutar pessoas que procuram ajuda e para refletir verdades espirituais. Elas simbolizam a importância de escutar para poder assimilar idéias. Orelhas são usadas para ganhar conhecimento. As grandes orelhas indicam que quando Deus é conhecido, todo conhecimento também é;
A tromba curvada indica as potencialidades intelectuais que se manifestam na faculdade de discriminação entre o real e o irreal; Na testa, o Trishula (arma de Shiva, similar a um Tridente) é desenhado, simbolizando o tempo (passado, presente e futuro) e a superioridade de Ganesha sobre ele;
A barriga de Ganesha contém infinitos universos. Ela simboliza a benevolência da natureza e equanimidade, a habilidade de Ganesha de sugar os sofrimentos do Universo e proteger o mundo;
A posição de suas pernas (uma descansando no chão e a outra em pé) indica a importância da vivência e participação no mundo material assim como no mundo espiritual, a habilidade de viver no mundo sem ser do mundo.
Os quatro braços de Ganesha representam os quatro atributos do corpo sutil, que são: mente (Manas), intelecto (Buddhi), ego (Ahamkara), e consciência condicionada (Chitta). O Senhor Ganesha representa a pura consciência - o Atman - que permite que estes quatro atributos funcionem em nós;
A mão segurando uma machadinha, é um símbolo da restrição de todos os desejos, que trazem dor e sofrimento. Com esta machadinha Ganesha pode repelir e destruir os obstáculos. A machadinha é também para levar o homem para o caminho da verdade e da retidão;
A segunda mão segura um chicote, símbolo da força que leva o devoto para a eterna beatitude de Deus. O chicote nos fala que os apegos mundanos e desejos devem ser deixados de lado;
A terceira mão, que está em direção ao devoto, está em uma pose de bênçãos, refúgio e proteção (abhaya);
A quarta mão segura uma flor de lótus (padma), e ela simboliza o mais alto objetivo da evolução humana, a realização do seu verdadeiro eu.
Ganesha e o Rato
Ganesha montado em seu rato. Note as flores oferecidas pelos devotos. Uma escultura do Templo de Vaidyeshwara em Talakkadu, Karnataka, India.De acordo com uma interpretação, o divino veículo de Ganesha, o rato ou mushika representa sabedoria, talento e inteligência. Ele simboliza investigação diminuta de um assunto difícil. Um rato vive uma vida clandestina nos esgotos. Então ele é também um símbolo da ignorância que é dominante nas trevas e que teme a luz do conhecimento. Como veículo do Senhor Ganesha, o rato nos ensina a estar sempre alerta e iluminar nosso eu interior com a luz do conhecimento.
Ambos Ganesha e Mushika amam modaka, um doce que é tradicionalmente oferecido para os dois durante cerimônias de adoração. O Mushika é normalmente representado como sendo muito pequeno em relação a Ganesha, em contraste para as representações dos veículos das outras divindades. Porém, já foi tradicional na arte Maharashtriana representar Mushika como um rato muito grande, e Ganesha estando montado nele como se fosse um cavalo.
Outra interpretação diz que o rato (Mushika ou Akhu) representa o ego, a mente com todos os seus desejos, e o orgulho da individualidade. Ganesha, guiando sobre o rato, se torna o mestre (e não o escravo) dessas tendências, indicando o poder que o intelecto e as faculdades discriminatórias têm sobre a mente. O rato (extremamente voraz por natureza) é habitualmente representado próximo a uma bandeja de doces com seus olhos virados em direção de Ganesha, enquanto ele segura um punhado de comida entre suas patas, como se esperando uma ordem de Ganesha. Isto representa a mente que foi completamente subordinada à faculdade superior do intelecto, a mente sob estrita supervisão, que olha fixamente para Ganesha e não se aproxima da comida sem sua permissão.
A Presa Quebrada
Estátua de Ganesha do Distrito de Andra Pradesh, Índia.A presa quebrada de Ganesha, como descrita acima, simboliza inicialmente sua habilidade de superar ou "quebrar" as ilusões da dualidade. Porém, existem muitos outros sentidos que têm sido associados a este símbolo.
Um elefante normalmente tem duas presas. A mente também freqüentemente propõe duas alternativas: o bom e o mau, o excelente e o expediente, fato e fantasia. A cabeça de elefante do Senhor Ganesha porém tem apenas uma presa por isso ele é chamado "Ekadantha," que significa "Ele que tem apenas uma presa", para lembrar a todos que é necessário possuir determinação mental.
Popularidade de Ganesh
Ganesha possui duas Siddhis (simbolicamente representadas como esposas ou consortes): Siddhi (sucesso) e Riddhi (prosperidade). É amplamente acreditado que "onde quer que esteja Ganesh, lá existe Sucesso e Prosperidade" e "onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesh". É por isso que Ganesha é considerado como aquele que traz boa sorte, e a razão pela qual ele é invocado primeiro antes de qualquer ritual ou cerimônia. Seja ela o Diwali Puja, ou uma nova casa, novo transporte, antes de uma prova estudantil, antes de entrevistas para emprego, é para Ganesha que se ora, porque acredita-se que ele irá vir para ajudar e garantir sucesso em qualquer empreitada.
Ganesha é venerado como Vinayak (culto) e Vighneshvar (removedor de obstáculos). Acredita-se que ele abençoa aqueles que meditam sobre ele. Ganesha, na astrologia, ajuda as pessoas a saber o que pode ser alcançado e o que não pode.
Que Ganesh acompanhe seu caminho sempre....Ommmmmmmm.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO MUITA PAZ & AMOR PRA VCS....

MENSAGEM DE ANO NOVO
Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir.
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos. Que em 2010 todos os sonhos se realize,basta acreditar.
FELIZ ANO NOVO A TODOS MEUS AMIGOS QUE DEUS PROTEJA CADA UM DE VCS DANDO PAZ,AMOR,ESPERANCA E MUITA SAUDE....FELIZ 2010...
OBRIGADA POR TODO CARINHO QUE RECEBI EM 2009...BEIJOS .... NAMASTE ,....DEVA

domingo, 20 de dezembro de 2009

MAPA ASTRAL AYURVEDICO PARA PREVISAO DE 10 ANOS ENCOMENDE O SEU DIRETO DA INDIA

Astrologia
O ponto de partida da astrologia é o mapa astral de nascimento de cada um. Pode ser o mapa de uma pessoa, um evento, uma cidade ou uma empresa por exemplo. O mapa astral de nascimento revela a dinâmica, os desafios e os potenciais da entidade em questão para serem desenvolvidos ao longo da vida.
A partir da leitura do mapa astrológico é possível fazer um grande número de estudos subsequentes para melhor entendimento da entidade em questão. Técnicas são aplicadas para análise detalhada do desenvolvimento da entidade ao longo do tempo, tais como como previsões, progressões e revoluções.
Também se faz estudos sobre os relacionamentos e parcerias da entidade. Assim, a astrologia é um sistema que leva ao profundo auto-conhecimento. A astrologia é excelente também para organizar e estruturar a vida em um cronograma pessoal de acordo com o mapa astral de nascimento.
O resultado é a auto-realização. Astrologia, Ayurveda, Yoga e meditação sempre estiveram interligados. As sabedorias antigas, tanto na Índia, quanto na China incluíam umas as outras. Astrologia provoca reflexão, estudo, filosofia e profunda meditação.
Astrologia é um mega sistema simbólico que lida com a vida humana e com qualquer outra entidade orgânica viva tal como: cidades, empresas, eventos, etc, em seus vários aspectos, dimensões e níveis. É um sistema que revela a relação da particularidade de qualquer entidade orgânica com a generalidade da ordem cíclica do cosmos.
ENCOMENDE SEU MAPA ASTRAL AYURVEDICO DIRETO DA INDIA EM INGLES PARA PREVISAO DE 10 ANOS E RECEBA EM SUA CASA COM KIT INDIANO.
ENTRE EM CONTATO ........ NAMASTE...DEVA

sábado, 19 de dezembro de 2009

Comitiva da Confederacao Nacional dos Dirigentes Logistas do Brasil na India

Venho agradece imensamente a Comitiva da Confederacao Nacional dos Dirigentes Lojistas do Brasil (CNDL)que tive a honra de acompanhar em visita oficial na India.
Foi muito bom encontrar pessoas alegre,carismaticas,humildes e excelentes profissionais,espero um dia reve-los novamente.
Agradecimento especial ao nossos parceiros Claudio Meirelles & Renato Castro e a todos da CNDL.Deixo um abraco apertado em cada um de voces e aguardo proximo ano mais uma visita...Namaste...Deva
Roque Pellizzaro Jr. (Presidente da CNDL),sua esposa Debhora Pellizzaro & Deva.
ॐ CNDL na FEIRA INTERNACIONAL NA INDIA NEW DELHI ॐ
* CNDL no TAJ MAHAL ॐ

Agradecimentos aos DIRETORES PARCEIROS RENATO & CLAUDIO

Aguardarei novamente ano que vem pra a FEIRA INTERNACIONAL EM NEW DELHI...Namaste DEVA
Obs.: As demais fotos enviarei por email,solicitacoes das fotos : parabooeki@hotmail.com

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Jainismo

Em 2007 visitei uma comunidade de Jainista Svetambara e resolve falar sobre os JAINISMO para vocês. E nossa amiga de caminho das Indias representou os Jainistas na drama,Rani.
ORIGEM
A palavra "Jainismo" ou "Jinismo" tem sua origem no verbo sânscrito "Jin" que significa "Conquistador". O Jainismo, como o conhecemos, surgiu na Índia entre os séculos 7 e 5 a.C., fundado por Mahavira que viveu de 599 a.C. a 527 a.C . Porém, considera-se que o seu sistema de crenças antecede ao Bramanismo. Conta atualmente com cerca de 4 milhões de seguidores, concentrados sobretudo ao norte do país. Contudo, devido aos movimentos migratórios, já existem pequenas comunidades jainistas na América do Norte e na Europa. Apesar do pequeno número de adeptos, o Jainismo é uma das religiões mais importantes na Índia, juntamente com o Hinduísmo e o Budismo.
Os jainistas encontram-se divididos em dois grupos principais:

1) Digambara "Vestidos de Espaço" ou seja,andam livre e nua,desprovido de qualquer vestimenta e andam com espanador de penas para limpa aonde passar com maior cuidado para não matar qualquer tipo de insetos (ser vivos).

2) Svetambara ou Shvetambara, "Vestidos de branco" ou seja,andam vestido de branco e usam mascará de tecidos brancas na boca para não engolim nenhum ser vivo . Cada um destes grupos encontra-se por sua vez dividido em vários subgrupos. A maioria dos jainas pertencem ao grupo Svetambara.
A origem destes dois grupos situa-se no século I d.C ( ou talvez no século III d.C, segundo alguns autores ) e deve-se a disputas em torno dos textos que devem constituir as escrituras do jainismo. Os Svetambara consideram que as suas escrituras estão mais próximas dos ensinamentos originais do Mahavira, enquanto que os Digambara rejeitam uma parte considerável dessas escrituras. Os Digambara consideram igualmente que a renúncia pregada pelo Mahavira implica para os monges a nudez total e que as mulheres devem primeiro renascer como homens para poderem atingir a libertação.
Geográficamente, os Digambara concentram-se no sudoeste da Índia e os Svetambara no noroeste (estados do Gujarate, Rajastão e Madhya Pradesh).
As estátuas dos dois grupos são também diferentes: os Tirthankaras dos Svetambara possuem roupas e uma decoração mais rica, enquanto que as dos Digambara estão nuas; estas diferenças fazem com que um adepto dos Digambara não possa praticar o culto num templo Svetambara.

HISTÓRIA
Mahavira, o fundador do Jainismo, nasceu por volta de 599 a.C. perto de Patna, hoje conhecido como o estado do Bihar. Foi contemporâneo de Siddharta Gautama o Buddha, tendo pregado na mesma região geográfica, muito embora não haja registros de que os dois mestres tenham alguma vez se encontrado. Mahavira pertencia à casta dos guerreiros ( kshatriya ). Foi casado, viveu no luxo até que por volta dos trinta anos tornou-se um mendigo errante. Entregou-se ao ascetismo até obter a iluminação, tendo consagrado os anos finais de sua vida a pregar a sua doutrina. Faleceu por volta de 527 a.C. em Pavapuri, no Bihar, que é desde então um dos principais locais de peregrinação jainista.

A LENDA
Assim como seu contemporâneo, Gautama Buddha, a concepção e nascimento de Mahavira também está envolta em mistério. As duas seitas Jainistas, Digambars e Svetambaras, têm versões ligeiramente diferentes relacionadas ao nascimento do senhor Mahavira. De acordo com a escola de Digambar, o senhor Mahavira nasceu em 615 A.C., mas de acordo com o Svetambaras, ele teria nascido em 599 A.C. Porém as duas seitas concordam que ele era filho do Rei Siddhartha e da Rainha Trisala. Os Digambars acreditam que a mãe de Mahavira teve 16 sonhos auspiciosos antes de a criança nascer, já de acordo com o Svetambaras foram 14 os sonhos. Diz a lenda que Devananda esposa de Brahmin Rishabhdeva concebeu o senhor Mahavira mas os deuses transferiram o embrião para o útero da rainha Trisala. Os sonhos da mãe grávida foram interpretados pelos astrólogos que indicaram que a criança seria um imperador ou um "tirthankara". Levado ao Rei Siddhartha e à Rainha Trisala de Vaisali (atualmente o estado de Bihar), o Mahavira foi nomeado Vardhaman porque o reino e a fama do seu pai aumentaram muito desde a sua concepção.

SISTEMA DE CRENÇAS
Sua visão básica é dualista. A matéria e a mônada vital ou jiva são de natureza distinta, e durante sua vida o ser vivente ( seja humano ou animal ) atinge sua mônada como resultado de suas ações. Para se purificar, esta religião propõe um extremo ascetismo e prega a prática do "Ahimsa" ou a doutrina da não-violência. Os seus adeptos, através de uma série de práticas, procuram combater suas paixões, de modo a alcançar a libertação do mundo.
Os Jainistas consideram que sua religião é eterna, tendo sido a doutrina revelada ao longo de várias eras pelos Tirthankaras, palavra que significa "fazedores de vau", ou seja, alguém que ensinou o caminho.
Os Tirthankaras foram almas nascidas como seres humanos que alcançaram a libertação ( moksha ) do ciclo dos renascimentos através da renúncia e que transmitiram os seus ensinamentos aos homens. Na presente era existiram 24 Tirthankaras. O último desses Tirthankaras foi o Mahavira, que os jainistas não consideram como o fundador do jainismo, mas antes aquele que lhe deu a sua forma actual. O 23º Tirthankara foi Parshva, que os historiadores consideram ter sido provavelmente uma figura histórica que viveu cerca de três séculos antes do Mahavira.
Os jainistas acreditam que Parshva pregou os 4 grandes princípios do jainismo, a saber: não-violência ( Ahimsa ), evitar a mentira, não se apropriar do que não foi dado e não se apegar às posses materiais; o Mahavira teria acrescentado o princípio da castidade.
Os Jainas, como também são chamados, seguem as orientações de um "Jina" ( conquistador ), que é um guia religioso que repudiou os interesses mundanos para alcançar um grau supremo de conhecimento. Os jinas, também são chamados "Tirthankaras", ensinam seus seguidores a liberta-se do ciclo da reencarnação ao atingir as três jóias: Conhecimento Justo, Fé Correta e Boa Conduta, o que implica abandonar a violência, cobiça, artifício, manter-se castos e obedecer a doze votos que podem ser divididos em três classes:

1) ANUVRATAS - São os cinco votos principais: abster-se de atos violentos, não mentir, não roubar, não cobiçar o parceiro de outra pessoa e limitar as possessões pessoais;

2) GUNAVRATAS - São três votos que reforçam os cincos votos principais: restringir as atividades pessoais a uma área concreta ( digvrata ), restringir práticas que proporcionam prazer ( bhogopabhogavrata ), evitar atos que causam sofrimento ( anarthadandavrata );

3) SIKSAVRATAS - São quatro votos de disciplina espiritual: meditar, limitar determinadas atividades a certos momentos, adotar a vida de um monge por um dia, fazer donativos aos monges ou aos pobres.
Além dos doze votos, seguem ainda algumas regras de comportamento, tais como: Não comer durante a noite, não comer carne, não beber vinho e não comer certos vegetais nos quais se acredita que vivam determinados seres.

KARMA
À semelhança do hinduísmo e do budismo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas ações produzem reações, mas também uma substância física que se agrega a uma alma. As partículas de karma existem no universo e associam-se a uma alma devido às ações dessa alma (por exemplo, quando uma alma mente, rouba ou mata esta provoca a agregação de karma na sua alma). A quantidade e qualidade destas partículas determinam a existência que a alma terá, a sua felicidade ou infelicidade. Só é possível a uma alma alcançar a libertação quando desta se retirarem todas as partículas de karma. O processo que permite a libertação das partículas de karma de uma alma denomina-se "Nirjara" e inclui práticas como o jejum, o retiro para locais isolados, a mortificação do corpo e a meditação.

SAMAVASARANA
Quando um mestre salvador, prega seu primeiro sermão, usa uma estrutura chamada Samavasarana. O tirthankara senta-se numa plataforma no centro e os ouvintes se agrupam em círculo para refletir sobre suas palavras.

KALPA SUTRA

O Kalpa Sutra, ou Livro do Ritual, narra a vida de Mahavira. É um dos mais importantes textos sagrados, e seus ensinamentos são considerados autênticos pela seita shvetambara dos jainistas.

ADORAÇÃO - CINCO SERES SUPREMOS Os jainistas veneram cinco seres supremos. Os devotos seguem um ritual diário de invocação desses seres, inclinando-se em direção aos quatro pontos cardeais.

1) - ARHATS: Também conhecido como tirthankara ou jina, um arhat é o primeiro ser supremo, um mestre que lança os fundamentos para a libertação de outros, podendo fazê-lo sem a orientação de outro mestre. Sua imagem está no centro do Siddahachakra.

2) - SIDDHAS: O segundo ser supremo é o Siddha, equivalente jainista de um santo. Um siddha é uma alma que alcançou a libertação sob a orientação de um mestre, vivendo em estado de êxtase no topo do cosmo.

3) - ACHARYAS: Guias espirituais conhecidos como Acharyas formam o terceiro nível dos seres supremos. Cada acharya conduz uma ordem de monges ou monjas. No siddhachakra a imagem do acharya aparece a leste.

4) - UPADHYAYAS: O quarto nível dos seres supremos consiste nos Upadhyayas, monges instrutores que transmitem seu conhecimento das escrituras a outros monges e monjas. No siddhachakra a imagem do Upadhyayas aparece ao sul.

5) - MONGES: O restante dos monges jainistas ocupa o quinto nível dos seres supremos. No siddhachackra, o monge aparece a oeste. Para os digambaras, só os homens podem alcançar a libertação. FESTIVAIS
Os principais festivais do jainismo são:

MAHAVIRA JAYANTI - Ocorre em Março ou Abril e celebra a data do nascimento do Mahavira. Neste dia estátuas do Mahavira são levadas em procissões pelas ruas e os jainas reúnem-se nos templos para ouvir a leitura dos seus ensinamentos.

PARYUSHANA -
Durante o mês de Bhadrapada (Agosto-Setembro) os membros do ramo Svetambara do jainismo celebram um dos seus festivais mais importantes, Paryushana. Este festival está dedicado ao perdão e consiste na prática do jejum durante oito dias. No último dia do festival (Samvatsari) os jainas pedem perdão uns aos outros por ofensas que possam ter causado; aqueles que conseguiram jejuar durante os oito dias seguidos são levados para os templos em procissão. O festival equivalente na tradição Digambara denomina-se Dashalakshanaparvan, e para além da prática do jejum, é lido nos templos um importante texto, o Tattvartha-sutra.

DIWALI (festa da luzes) - Celebração comum a toda a Índia, é para os jainas a comemoração da altura em que o Mahavira deu os seus últimos ensinamentos e alcançou a libertação. Ocorre no mês de Kaartika, que corresponde no calendário gregoriano a Outubro-Novembro.

KARTIK PURNIMA - Ocorre no dia de lua cheia do mês de Kaartika. Após terem permanecido numa determinada localidade durante os meses da monção, os monges e freiras jainas regressam à vida errante, sendo por vezes acompanhados por leigos no percurso que fazem para outro local. Neste dia muitos jainas realizam a peregrinação aos templos de Palitana, no estado indiano do Gujarate.

MASTAKABHISHEKA - Cada doze anos os jainas (principalmente os do ramo Digambara) reúnem-se no santuário de Shravana Belgola no estado de Karnataka, onde se encontra uma estátua de dezassete metros de Bahubali, que é alvo de libações com água, mel, leite, flores, preparados de ervas e especiarias.

TEOLOGIA
Alguns teólogos reconhecem no Jainismo uma religião ateísta muito antiga que evoluiu para a sua forma atual, Isto porque o Mahavira não era nenhum ser supremo que pudesse criar ou sustentar o universo. A crença jainista é de que o universo não teve um começo, mas que é infinito e operado por leis naturais. Consideram que o tempo é infinito e cíclico. Ele é visto como uma grande roda dividida em duas partes idênticas: uma realiza um movimento ascendente ( Utsarpini ), enquanto que a outra um movimento descendente ( Avasarpini ). Cada uma destas partes divide-se em seis eras ( ara ). Durante o período ascendente os seres humanos progridem ao nível do saber, estatura e felicidade, enquanto que o período descendente caracteriza-se pela degradação do mundo, pelo esquecimento da religião e pela perda de qualidade de vida pelos humanos. Segundo os jainistas, vivemos atualmente num período de movimento descendente, numa era de infelicidade ( Dukham Kal ), que começou há 2500 anos e que durará 21 mil anos.

Namastê a todos.........Deva

domingo, 6 de dezembro de 2009

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sábado, 5 de dezembro de 2009

Nova Déli lança campanha para combater ato de urinar em público.

Capital indiana vai sediar jogos da Comunidade das Nações em 2010,urinar, cuspir e jogar lixo nas ruas podem ser punidos com multas. Nova Déli, que está se preparando para sediar os jogos da Comunidade das Nações em outubro do próximo ano, vai instalar em breve grandes cartazes ao longo das principais vias e em ônibus numa tentativa de forçar os que urinam em público a deixar a prática, disse o prefeito Mayor Kanwar Sain à CNN. As peças da campanha serão estreladas por três personagens: Thu-Thu Kumar (que cospe em público), Kuda Kumar (que joga lixo nas ruas) e Su-Su Kumar (que urina em público). “A capital da Índia precisa ser limpa. Nós vemos o quanto são limpos lugares como Singapura. Então, por que não Déli?”, questiona o prefeito. O governo deve lançar ainda uma campanha similar no rádio e na televisão, disse ele. Urinar, cuspir e jogar lixo nas ruas podem ser punidos com multas a partir de US$ 10 em Nova Déli. Segundo um porta-voz da prefeitura, os reincidentes podem ser processados.
Especialista em conservação e proteção dos recursos hídricos, Bindeshwar Pathak afirma que a campanha é bem vinda como tentativa de tentar manter a cidade mais limpa. No entanto, segundo ele, a capital da Índia precisa de pelo menos mais 40 mil banheiros públicos.
Embora o país asiático tenha se destacado como uma das maiores economias do mundo, milhões ainda vivem abaixo da linha da pobreza. O governo estima que menos de 30% dos moradores da capital tenham acesso a banheiros. Se ate os elefantes pode ser ensinado a usar o banheiro,porque os Indianos nao????.
Vamos ve se eles mudam esse costume de urina e defecar na rua,hare baba....

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Emmy Internacional...Hare baba...Parabens Glorinha

Caminho das Índias vence o Emmy de melhor novela,premiação é a mais importante da TV mundial.
Caminho das Índias foi escolhida a melhor novela do 37th International Emmy Awards, prêmio entregue ontem, dia 23, em Nova York, à autora Glória Perez e ao diretor artístico Marcos Schechtman. Numa noite de muita emoção e expectativa, Caminho das Índias, entre as dezenas de obras inscritas, disputou com duas novelas das Filipinas e uma da França a estatueta que representa a mais importante premiação no mercado de televisão. “Depois de um ano como este, é muito emocionante lembrar de tudo o que passamos para chegar até aqui. Estou muito emocionada e sem palavras. Obrigada”, agradeceu Glória Perez.
Ao lado de Glória, Schechtman também celebrou a premiação, anunciada pela atriz, cantora e compositora americana Katherine McPhee: “É uma tremenda emoção. Foram dois anos de trabalho, com uma equipe maravilhosa, um grande elenco e a parceria emocionante com a Glória. Nem tenho palavras para agradecer. E em inglês foi difícil, faltaram palavras. Obrigado ao público que nos acompanhou”. A entrega do prêmio aconteceu no Hilton Hotel, durante o jantar de gala. Ao todo, foram mais de 800 programas de cerca de 50 países inscritos nas 10 categorias, disputando o título de melhor do mundo.
A atriz Juliana Paes, que participou da cerimônia de premiação apresentando uma das categorias, também comemorou. “Estou sem ar e feliz da vida. Sinto-me muito prestigiada por fazer parte desse sucesso”, declarou a atriz, muito animada.
“É extremamente extraordinário o reconhecimento da novela brasileira como a melhor novela do mundo”, destacou Schechtman.
Parabens Glorinha e toda equipe,com certeza CAMINHO DAS INDIAS ficou na historia e renderam muitos premios ainda...Por Lord Ganesha..Beijos em cada um que fez parte essa novela com muito carinho e profissionalismo...Namaste...Deva

domingo, 29 de novembro de 2009

Bollywood

Bollywood
O nome lembra muito Hollywood (nome dado à indústria cinematográfica norte-americana), mas na verdade, trata-se da indústria de filmes produzidos que surgiu Bombaim (antigo nome de Mumbai). A Hollywood indiana é a indústria cinematográfica que mais cresce no mundo: cerca de 900 filmes são produzidos por ano, uma média de 250 filmes a mais que nos Estados Unidos, assistidos por 14 milhões de indianos diariamente.
A história do cinema indiano
O cinema é tradição na Índia desde 1940, período marcado pela separação com a Inglaterra e necessidade de afirmação de uma identidade cultural. Na década de 70, o papel do cinema foi denunciar os crimes e absurdos praticados por um governo corrupto e violento. E foi a partir da década de 1990, com o crescimento econômico do país e o boom cinematográfico, que o cinema se tornou instrumento fundamental para expressar as necessidades da classe média emergente e ganhou um padrão de roteiro de qualidade.
Músicas fazem sucesso
Os filmes de Bollywood, assim como a maior parte dos filmes indianos, são na maior parte musicais. São as melodias cativantes e os diversos números de canto e dança que garantem o sucesso de público dos longas-metragens na Índia. Para aumentar ainda mais o interesse do público, as canções costumam ser lançadas antes mesmo da estréia do filme.
Beijo não é mais tabu
Os enredos de Bollywood tradicionalmente tendiam a ser melodramáticos. Amores impossíveis, triângulos amorosos, laços familiares, sacrifício, políticos corruptos, vilões terríveis, irmãos separados pelo destino e mudanças de sorte dramáticas eram constantes nas tramas. Ao mesmo tempo também existiam filmes indianos com histórias mais sofisticadas, mas que acabavam perdendo nas bilheteiras para filmes com um maior apelo de massas.
Atualmente, porém, as convenções de Bollywood têm mudado. A influência ocidental cada vez mais forte na Índia tem levado seus filmes a se aproximarem dos modelos de Hollywood. Beijos em filmes não são mais um tabu e os enredos mostram uma vida urbana com encontros ao estilo ocidental.
Tem brasileira em Bollywood!
A atriz da foto ao lado não é indiana, mas se tornou famosa como apresentadora de TV na Índia e que agora também segue carreira como atriz e dançarina de Bollywood. A gaúcha Bruna Abdallah mora em Mumbai e, assim como a maioria dos atores dos filmes indianos, não canta, mas apenas dubla as vozes de cantores já gravadas. Assista ao vídeo abaixo, que mostra o clipe protagonizado pela atriz para um dos filmes de Bollywood.
Hoje cada vez em Bollywood esta aparecendo novas atrizes brasileiras com muito talento e fazendo maior sucesso....Welcome Bollywood...Namaste...Deva

sábado, 28 de novembro de 2009

Sapos se casam na Índia em ritual para fazer chover!!!

Mais de 250 pessoas assistiram a uma cerimônia de casamento entre dois sapos como parte de um ritual para trazer chuvas em uma região de Bangladesh. A "noiva" e "noivo" vieram de duas aldeias vizinhas a 110 quilômetros da capital Daca.

O professor Noor Mohammad Kalon, que era convidado em nome do "noivo", disse que os moradores decidiram organizar o casamento porque a região está sofrendo com a escassez de chuva.

"Mais de 250 homens, mulheres e crianças participaram do casamento. Todos dançaram e cantaram", disse o professor Noor Mohammad Kalon, de 42 anos, à agência de notícias AFP.

"Na noite anterior à cerimônia, choveu. Acredito que foi por causa do casamento", afirmou o professor, destacando que os convidados tiveram à disposição um banquete tradicional, com arroz, lentilhas, peixe, carne e sobremesa.

Além de Bangladesh, os rituais de casamento entre sapos são comuns em outros países asiáticos, como a Índia. Supersticiosos, os moradores dessas nações acreditam que a cerimônia ajuda a trazer chuva em épocas de estiagem,vai acreditar!!!!!!!!!!! India e suas curiosidades....Namaste...Deva