terça-feira, 5 de maio de 2009

Chakras

Em Caminho das Indias a personagem DEISE sempre fala sobre os CHAKRAS,entenda um pouco sobre esse universo e descubra aonde seu chakras esta desequiibrado....
Chacras ou xacras, também conhecidos pela grafia chakras são, segundo a filosofia ioga, canais dentro do corpo humano (nadis) por onde circula a energia vital (prana) que nutre órgãos e sistemas. Existem várias rotas diferentes e independentes por onde circulam esta energia. Os chakras são os pontos onde essas rotas energéticas estão mais próximos da superfície do corpo.
Imagine que os chacras são uma lâmpada com uma tomada do lado.
Eles tanto indicam a quantidade de energia naquele sistema específico como podem ser usados para recarregar a energia do sistema. Existem muitos canais e uma grande divergência quanto ao número exato. Algumas linhas afirmam existir 32, outra 114 e ainda 88.000 - sendo assentes todos que os principais são sete.
Na Doutrina Espírita os chacras são chamados de Centro de Força. A palavra chacra vem do sânscrito e significa "roda", "disco", "centro" ou "plexo". Nesta forma eles são percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de interseção entre vários planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.
Os vedas (2.000 a. C.) contêm os mais antigos registros sobre chakras de que se tem notícia. Quando foram escritos, a ioga já sistematizava o conhecimento e o trabalho energético dos chacras.
São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chacras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana", flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença. Os chacras são conectados entre si por uma espécie de tubo etérico (Nadi) principal chamado "sushumna", ao longo do eixo central do corpo humano, por onde dois outros canais alternados "Ida" que sai da base da espinha dorsal à esquerda de sushumna e "pingala" à direita ( na mulher estão invertidas estas posições ). Os nadis conduzem e regulam o "prana" (energias yin e yang) em espirais concêntricas. Estes nadis são os principais, entre milhares, que percorrem todo o corpo em todas as direções, linhas meridianos e pontos. Para os hindus os nadis são sagrados, é por meio da "Sushumna" que o yogi deixa o seu corpo físico, entra em contato com os planos superiores e traz para o seu cérebro físico a memória de suas experiências.
O corpo físico e cada um dos chacras
Nosso corpo físico tem uma ligação sutil com o mundo astral. É através do desequilíbrio desta energia vital que as pessoas adoecem e acabam obstruindo esta ligação com o Divino. Daí, a relação entre as doenças e as crises emocionais. É muito comum ver pessoas que acabam somatizando e transformando energias negativas, depressão, raiva, solidão, em doenças físicas, como cânceres e outras mais graves. Nosso corpo físico tem pontos, que quando ativados, fazem fluir a energia vital, nos trazendo alegria e, principalmente, saúde. É através dos nadis (meridianos) - caminhos invisíveis dentro do nosso organismo - que a energia vital caminha por todo o nosso corpo e chega aos chacras, em pontos que concentram vibrações mais específicas, conforme veremos à seguir:

Muladhara
(Chacra Raiz)
Nome em sânscrito: MULADHARA ("Base e fundamento"; "Suporte")
Mantra: Lam. (Sânscrito: लं)
Localização: Base da Espinha.
Cor: Vermelho.
Elemento: Terra.
Funções: Traz vitalidade para o corpo físico.
Qualidades Positivas: Coragem, Estabilidade. Individualidade, Paciência, Saúde, Sucesso e Segurança.
Qualidades Negativas: Insegurança, Raiva, Tensão e Violência.

O primeiro chacra (conhecido como Chacra Base ou Raiz), situado na base da espinha dorsal, relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse chacra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios, sexualidade exacerbada ou até mesmo a presença de um tumor no local.

Svadhisthana
(Chacra orgão genital e base da barriga)
Nome em sânscrito: SWADHISTANA ("Morada do Prazer")
Mantra: Vam. (Sânscrito: वं)
Localização: Abaixo do umbigo.
Cor: Laranja.
Elemento: Água.
Funções: Força e vitalidade física.
Qualidades Positivas: Assimilação de novas ideias, Dar e Receber, Desejo, Emoções, Mudanças, Prazer, Saúde e Tolerância.
Qualidades Negativas: Confusão, Ciúme, Impotência, Problemas da bexiga e Problemas Sexuais.

O segundo chacra também chamado esplênico, sacro ou do baço, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chacra é estimulado, propicia uma boa captação energética.

Manipura
(Chacra do umbigo)
Nome em sânscrito: MANIPURA ("Cidade das Jóias")
Mantra: Ram.
Localização: Zona da barriga.
Cor: Amarelo.
Elemento: Fogo.
Funções: Digestão, emoções e metabolismo.
Cristais: Âmbar, Olho de Tigre e Ouro.
Qualidades Positivas:
Auto controle, Autoridade, Energia, Humor, Imortalidade, Poder pessoal e Transformação.
Qualidades Negativas: Medo, Ódio, Problemas digestivos e Raiva.

O terceiro chacra (conhecido como Chakra do Plexo Solar) localiza-se na região do umbigo ou do plexo solar, e está relacionado com as emoções. Quando muito energizado, indica que a pessoa é voltada para as emoções e prazeres imediatos. Quando fraco sugere carência energética, baixo magnetismo, suscetibilidade emocional e a possibilidade de doenças crônicas.

Anahata
(Chacra do plexo solar)
Nome em sânscrito: ANAHATA ("Invicto"; "Inviolado")
Mantra: Yam.
Localização: Coração.
Cor: Verde (cura e energia vital); Rosa (Amor).
Elemento: Ar.
Funções: Energiza o sangue e o corpo físico.
Qualidades Positivas: Amor incondicional, Compaixão, Equilíbrio, Harmonia e Paz.
Qualidades Negativas: Desequilíbrio, Instabilidade emocional, Problemas de coração e circulação.

O quarto chacra situa-se na direção do coração. Relaciona-se principalmente com o timo e o coração. Sua energia corresponde ao amor e à devoção, como formas sutis e elevadas de emoção. Na tradição católica [1], este chacra é simbolizado pelo coração luminoso de Cristo. Quando ativado desenvolve todo o potencial para o amor altruísta. Quando enfraquecido indica a necessidade de se libertar do egoísmo e de cultivar maior dedicação ao próximo. No aspecto físico, também pode indicar doenças cardíacas.

Visuddha
(Chacra Laríngeo)
Nome em sânscrito: VISHUDDA ("O purificador")
Mantra: Ham.
Localização: Na garganta.
Cor: Azul claro.
Elemento: Éter.
Funções: Som, vibração, comunicação.
Qualidades Positivas: Comunicação, Criatividade, Conhecimento, Honestidade, Integração, Lealdade e Paz.
Qualidades Negativas: Depressão, Ignorância e Problemas na comunicação.

O quinto chacra fica na frente da garganta e está ligado à tireóide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz. Quando desenvolvido, de forma geral, indica força de caráter, grande capacidade mental e discernimento. Em caso contrário, pode indicar doenças tireoidianas e fraquezas de diversas funções físicas, psíquicas ou mentais.

Ajna
(Chacra Frontal)
Nome em sânscrito: AJNÃ ("O Centro de comando")
Mantra: Om.
Localização: Na testa, entre as sobrancelhas.
Cor: Azul índigo.
Elemento: Luz.
Funções: Revitaliza sistema nervoso e a visão.
Qualidades Positivas: Concentração, Devoção, Intuição, Imaginação, Realização da alma e Sabedoria.
Qualidades Negativas: Dores de cabeça, Falta de concentração, Medo, Problema nos olhos, Pesadelos e Tensão

O sexto chacra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como "terceiro olho" na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de alto grau. Enfraquecido aponta para um certo primitivismo psico-mental ou, no aspecto físico, para tumoração craniana.

Sahashara
(Chacra Coroa)
Nome em sânscrito: SAHASHARA ("O Lótus das mil pétalas")
Mantra: Aum.
Localização: No topo da cabeça, bem no centro.
Cor: Violeta e Branco.
Elemento: Todos os elementos.
Funções: Revitaliza o cérebro.
Qualidades Positivas: Percepção além do tempo e do espaço. Abre a consciência para o infinito.
Qualidades Negativas: Alienação, Confusão, Depressão e Falta de Inspiração.

O sétimo é o mais importante dos chacras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa. Conhecido como chakra da coroa, é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Através dele recebemos a luz divina. A tradição de coroar os reis fundamenta-se no princípio da estimulação deste chacra, de modo a dinamizar a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano.

Como energizar os chacras:
Várias terapias, como o Reiki e a cromoterapia se utilizam dos chakras como base para diagnóstico e tratamento de males que atingem desde o corpo físico até o espiritual. Através de gestos , que podem ser incorporados no dia-a-dia é possível ativar estes pontos de energia, buscando a harmonização do corpo e da alma. " Concentrar-se no que está fazendo, pensando na região do chakra já é uma forma de reativá-lo. Procure ficar em um lugar tranqüilo, para que nenhum barulho possa tirar sua concentração. " Coloque uma de suas mãos aberta em frente ao chakra, sem tocar no corpo, e faça movimentos circulares no sentido horário, como se estivesse massageando o local, mas à distância. " Sentar-se na posição de lótus - pernas cruzadas - tronco ereto - e fixar o olhar na ponta do nariz estimula o chakra frontal ou do terceiro olho.
" As cores e os cristais são formas visuais de estimulação do chakras. Utilize a pedra com a cor correspondente a do chakra e direcione suas vibrações.

O melhor é sempre manter o chakras equilibrado para ter uma vida saudavél...namastê.....Deva

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Meditações......(Parte I)

Através de pedidos de vocês leitores estou postando os assunto sobre Meditação.
Participe e mande sua sugestão,terei maior prazer em atente-los...Namaska..Deva

Meditação para Despertar os poderes dos chakras,


Meditação para abrir o canal central dos chakras

Serve para dilatar o canal central dos chakras através de um Único triangulo que vai do chakra da coroa a estrela da terra.


Meditação de Triangulação com os Chakras e Estrela da Alma.
Esta meditação é para abrir o canal central dos chakras, proporcionando assim uma quantidade maior de luz...


Meditação de Canalização.
Através desta canalização você poderá abrir canais de comunicação com energias superiores. Através desta canalização você poderá abrir canais de comunicação com energias superiores.



Meditação de Cura

Através da triangulação entre o chakra da coroa, a glândula pineal e pituitária, usando a luz divina é possível curar doenças.



Meditação para Remoção do medo

A Meditação visualizada para remoção das raízes do medo.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Terceiro Sanskaras - Casamento Hindu

Esse seria o Terceiro sancramento (Sanckaras) é o CASAMENTO,na tradição Hindu, a união é não somente uma cerimônia, mas é verdadeiramente um sacramento. O hinduismo em si é dividido em várias religiões,existe muitas versões de casamento hinduista,enfim depende da religião dentro do hinduismo,da casta,enfim abrangem vários fatores. Mas a base do casamento Hindu é não é uma união dos CORPOS, mas uma união das ALMAS. Não é uma união para somente alguns anos ou algumas décadas, mas um pouco é uma união no mínimo 7 VIDAS. Digamos que o noivo e a noiva estão unido não apenas suas mãos e sim tornam si um UNICO CORAÇÃO.Na matemática 1 + 1 = 2 ,mas no casamento hindu 1+1 =1 se tornam apenas um só. ou seja na união espiritual, um mais um iguala UM,são um,um coração, uma mente, uma alma.São unidos no Deus, unidos no amor e unidos na luz. Mas, um mais um pode igualmente igualar onze(1+1=11). Vir junto não dobra meramente quem você era quando você estava sozinho. Agora, são cada um mais de dez vezes tanto quanto.
As 7 etapas de um casamento indiano tradicional representam 7 votos sagrados.
São votos da dedicação, votos da lealdade, votos da devoção e votos do amor.
Entretanto, estas etapas não são tomadas somente uma vez. Estes votos não são tomados somente em seu dia do casamento. Mas as poucos a noiva e o noivo devem andar estas 7 etapas em suas mentes e corações diárias. Devem-se prometem, seu amor e suas vidas ao Deus e cada momento de diário.
A cerimonia de casamento,e realizada por um Pandit em versos em Sânscrito. “VARA PUJA
Através do som do mantra, os pais do noivo, seguidos pelo noivo e seus padrinhos são benvindos pelos parentes da noiva, que chega usando suas cores tradicionais: vermelho e ouro. O Pandit faz o tilak vermelho nos parentes e dando o inicio da cerimônia com o famoso NAMASTÊ.Em seguida os parentes troca presentes.
GANESH PUJA
O Deus Ganesh é o símbolo Hindu, Om, representando a onipresença do poder divino e sua compaixão. A cabeça de elefante de Ganesh é sua sabedoria, sua presa é a firmeza espiritual e sua forma humana, amor e compaixão. O Pandit começa a cerimônia invocando a presença de Ganesh para remover todos os obstáculos entre os noivos.
GAURI PUJA
A Deusa Gauri simboliza a feminilidade e é representada pelo ideal mãe e mulher perfeitas. A noiva busca sua benção para um casamento longo e feliz.
PUNYA AVACHANA PALIKA PUJA
O noivo pede a benção a seus irmãos mais velhos e oferece suas rezas para que os noivos se completem entre si como a terra alimenta as sementes antes da colheita. KANYADANAM PANIGRAHANAM O pai da noiva oferece a mão de sua filha e o noivo, proclamando seu enlace a todos e que ela a conduzirá para cuidar do homem de seu coração. O pai da noiva pede que o noivo trate sua filha com igualdade e companheirismo durante toda a vida,nesse momento o pai da noiva lava os pés do seu genro simbolizando “É para que ele fique tão puro quanto a noiva”. Ao concordar, o noivo e sua amada brindam a união para seguir os quatro objetivos da vida humana:
1)Dharma, o dever de levar uma vida na correção;
2)Artha, o dever de ter graça e alegria;
3)Kama, o dever de uma vida sensual;
4)Moksha, o dever de alcançar a iluminação. Depois disso, o noivo consagra um trato sagrado, decorando o pescoço da noiva com um colar de ouro chamado Mangal Sutra, fechado por três nós simbolizando a trindade Hindu - Brahma, Vishnu, e Shiva.

MUHURTHAM
Aqui começam os ritos do casamento. Os noivos trocam o colar de flores simbolizando que apartir dali serao um só e em seguida passam uma mistura de sementes de cuminhos e açucar, um no rosto do outro. A mistura entre o amargo e o doce simbolisa a promessa de que eles se apoiaram na saúde e na doença, na felicidade e nos dias difíceis.Começa a parte do Pooja,

O Pandit recita os versões em Sânscrito,veja os elementos que não podem faltar na cerimônia:
Flores frescas: significam a beleza
Ghee (manteiga especial): para alimentar o fogo sagrado
Sindur: pó vermelho que traz boa sorte,usando pela mulher após o casamento.
Arroz e outros grãos: representam a comida necessária à reprodução da vida
Cocô: representa a fertilidade feminina.
Água: elemento de purificação.
Agni: Fogo sagrado. Um chalé de seda os enlaça até o momento em que a noiva e noivo se trocam olhares pela primeira vez antes do juramento,o Pandit amarra uma moeda de 1 Rupia ao chalé de seda enlaçado os noivos. Esta moeda de 1 Rupia amarrada a ambos simboliza que o casal deve iniciar apartir de entao sua vida financeira juntos e esta 1 Rupia deve "multiplicar".
E todos os elementos usados para ritual e lançado ao fogo sagrado,o incenso usado é em pó e os noivos e padrinhos deve oferece também o incenso ao fogo sagrado.
SAPTAPADI
Saptapadi é o versão em Sânscrito para os sete passos, que representam a união do casamento. O noivo primeiro coloca um METTI(anel de prata) nos dedos do pé da noiva e jura sua fidelidade eterna e após isso colocar seu pé direito em cima da AMMI (Pedra de Granito)a noiva pisa na pedra fazendo o juramente de ter a força durante todo o casamento como uma Rocha.De mãos dadas, eles rodeiam o fogo sagrado sete vezes, recitando seu juramento. O número sete refere-se à Terra, o Sol, a Lua e aos quatro Planetas visíveis a olho nú, posicionados em harmonia de uma única lei.Lei do Cosmos.
Sãos essas as juras:
Todos os prazeres e a dor, dividira comigo, seja aonde for, lá estarei.
Dou esse primeiro passo com você.
Eu protegerei nossa família, com nosso amor, que amo com meu coração pleno.
Dou esse segundo passo com você.
Lavaremos nossas mentes, limpas da poeira na água da sabedoria, que conhecemos e confiamos juntos.
Dou esse terceiro passo com você.
Aproveitaremos nossa alegria e trabalho, reduzindo o sofrimento alheio.
Dou esse quarto passo com você.
Que eu quero seus quereres e permanecerei sempre fiel.
Dou esse quinto passo com você.
Que viveremos com nossos meios e saúde espiritual.
Dou esse sexto passo com você.
Que, com esse fogo por testemunha, você estará comigo até a morte,
Dou esse sétimo passo com você.”
No final da cerimônia o noivo passa em sua noiva o sindor (pó vermelho) que será usado todos os dias ate sua morte ou ate ficar viuva.
E como uma conclusão da cerimônia, os noivos busca a bênção das pessoas idosas, que dizem por sua vez o verso de “Petru Pathunarum ,o Vahlga Peruvahlum” que traduz a “Que vocês alcancem as dezesseis benevolências e vive uma vida gloriosa!”. Os dezesseis benevolências falados são representados pelo seguinte: casa, esposo, crianças, mãe, cereais (alimento), água, terra, gado (riqueza), instrução, uma mente clara, inteligência, boas morais, força, ouro ,recursos e prazer.....Namastê
Quem se arrisa em casar*** Namastê...Deva Shakti

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Cidade das Viúvas...

Fui busca lá atras no meu Blog esse Post a pedidos que venho recebendo.

Viúvas na cidade aonde Krishna nasceu Vrindravan
Minha viagem a Vrindravan me deparei com uma sintuação muito triste,as velhilhas viuvas.Presenceie mulheres vestidas na maioria de branco, descalças e a maioria sem cabelos. Velhinhas encurvadas com os olhos cobertos por cataratas, mas também jovens, em alguns casos com filhos. Seus maridos morreram, e com eles perderam seu lugar na sociedade. Refugiam-se e vagam por esta cidade no norte da Índia, uma das mais sagradas porque aqui cresceu o Deus Krishna.
Encontrei com uma delas na frente de uma casa que acolhe as viuvas e ela me diz que eu trazia luz aquele lugar pelo sorriso radiante e convidativo entrei e conversei com muitas ,“Quando meu marido morreu fiquei sem nada: sem dinheiro e sem poder trabalhar. A familia dele não me ajudou. Acabei vindo a Vrindavan. Aqui Krishna protege e alimenta”, diz Jyoti . Como ela, varias outras chegaram aqui porque foram expulsas pelo familia do marido ou sintuação miseravél que viviam apos a morte do marido.
Pesquisando constatei que cerca de 13 mil viúvas sobrevivem de caridade nesta cidade e seus arredores, segundo um estudo do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).
Outras vivem nas ruas enlameadas e caóticas de Vrindavan, ou dividem quartos que o governo ou fundações lhes alugam. Meio asilos, meio conventos acolhem algumas gratuitamente. As viúvas são de mau agouro na Índia. Às vezes se diz que são a causa da morte do marido(maioria taxadas de Mangliks). Segundo o Código de Manu, uma das escrituras sagradas mais antigas, uma mulher nunca será independente. “Uma viúva deve sofrer muito antes de morrer, deve ser pura de corpo, pensamento e alma”, diz o texto.

O Skanda Purana vai além: “Um homem sábio deve evitar as viúvas, mesmo suas bênçãos, como se fosse o veneno de uma serpente”.
Em Vrindavan elas compartilham sua solidão e se afastam um pouco desse desprezo. O Hare Krishna rezado por centenas de gargantas comove até os ossos. Elas cantam durante quatro horas em troca de 3 rupias no ashan de Krishna e acabam ganhando as vezes comidas no proprio ashran dos seguidores .
“Algumas vêm pela religião, mas outras não têm escolha. As mais pobres analfabetas que carecem de educação e as famílias as trazem aqui para se livrar delas”, conta Pria Saki, uma espanhola Hare Krishna que está aqui há dois anos como voluntária.
O governo lhes dá uma pensão de cerca de 30 euros por ano para as viuvas, mas além de ser muito pouco não chega a todas. Só 25% a recebem. “A burocracia é muito complexa para elas, na maioria analfabeta. E outras não sabem nem que existe essa ajuda”, diz Usha Rai, responsável pelo estudo da Unifem. Só lhes resta mendigar.
Mas mulheres educadas também vêm parar aqui. “Meu filho é terrível. Não trabalhava, só me pedia dinheiro e gastava em álcool e cigarros. Sua mulher foi embora e levou seu filho, e eu me cansei de mantê-lo”, diz Primeiro Kishori, uma ex-funcionária de banco de 61 anos. Como no caso dela, os filhos muitas vezes ficam com tudo quando o pai morre. A lei reconhece o direito das viúvas a herdar, mas na prática isso acontece muito raramente.

O número de jovens surpreende. Isso se deve ao costume de casar meninas com homens mais velhos. Por exemplo, Pratima Sharma foi obrigada a se casar aos 17 anos com um homem rico 30 anos mais velho. Ficou viúva aos 24 e com um filho de 6. Um segundo casamento é quase impossível.
Na Índia há 33 milhões de viúvas, segundo os números oficiais. Embora nem todas estejam em condições tão terríveis quanto as de Vrindavran, todas sofrem “pelo menos o estigma social. A maioria não pode trabalhar e é maltratada pela família”, diz Mohini Giri, diretora da Guild of Service.
Enquanto isso, a sociedade de alguma forma se defende, argumentando que estão em Vrindavan porque querem dedicar seus últimos dias a louvar a deus. “Minha vida está vazia: não tenho nem para comer, mas estou cheia porque tenho Krishna”, diz Sarosati Banarjee com um sorriso de resignação. Ao terminar seus cantos sentidos no ashram, desaparece entre as ruelas retorcidas da cidade das viúvas.

Infelizmente as viuvas assim como as mulheres em geral na India não tem vez,acredito que as viuvas são comparadas aos Dalits por que apos a morte do marido são despresadas,humilhadas e antigamente(tem lugares que ainda acontece) elas eram queimadas juntos ao seu marido mesmo vivas.
Realmente é lamentavél esse quadro,mas fico feliz que aos poucos algumas entidades estao començando a ajudar-las.....Namaska...Deva

(Fonte de pesquisa extraida do site Ana Gabriel)

sábado, 25 de abril de 2009

Jaipur.....Mais uma vez

Entre minhas andanças pela Índia ,novamente visitei JAIPUR,já perdi as contas quantas vezes vim nessa bela e encantadora cidade,vou posta aqui uns fotinhas pra vocês conhecerem mais um pouco de Jaipur , a cidade de CAMINHO DAS INDIAS. A cidade cor-de-rosa de Rosa Jaipur fundada por Maharaja Jai Singh II,no estado do Rajastão. Tem cerca de 2.46 milhões de habitantes,foi fundada em 1728. Em 1876 o seu marajá mandou pintá-la dessa cor-de-rosa, para a visita do príncipe de Gales. Desde entao a cidade é regularmente pintada.No final de Março, as procissões de elefantes anunciam a Holi, a festa da Primavera . Na cidade, homens desfilam de turbante e mulheres desfialm trajando sáris de cores forte e flosrecentes. A cidade é sede da cultura dos Rajastanis (uma etnia de guerreiros).Construido no final do século XVIII pelo marajá Sawai Patrap Singh,O PALACIO DOS VENTOS é um dos mais fascinantes monumentos da Índia. Situado na parte mais antiga da cidade, ele surpreende com as 953 pequenas janelas espalhadas por sua fachada. O tamanho e a quantidade dessas janelas não foram uma escolha decorativa. Elas foram criadas especialmente para que as mulheres do harém do marajá pudessem observar as ruas sem que ninguém as vissem.Hoje em dia, o zelo não é tão grande, as mulheres podem circular normalmente pelas ruas, mas a imponência do palácio ainda é a memória viva dos tempos antigos. Com cinco andares, o palácio dos ventos tem uma lateral bastante estreita. Quando o vento sopra, ecoa uma suave melodia de seu interior. Do alto, é possível ter uma excelente visão da cidade. Sua cor, que acompanha o colorido de Jaipur, foi obtida com a utilização do arenito rosa, abundante em todo Estado do Rajastão. Ainda bem que hoje as mulheres podem ver a construção também de fora e apreciar sua beleza. A cidade rosa, como é conhecida, tem outros prédios além do Palácio dos Ventos, e ainda um observatório astronômico terminado em 1734. Além dessas maravilhas, há, em Jaipur, palácios do século 19, um forte ao qual se pode chegar montado em elefante e uma incrível oferta de tecidos, pedras preciosas e jóias . Distante aproximadamente 11 quilômetros de Jaipur, o palácio fortificado de Amber foi construído no final do século XVI por Man Singh. Localizado no alto de uma colina, as margens do lago Maota, o belo edifício mistura os estilos hindu e muçulmana, com arenito vermelho e mármore branco. Ricamente decorado, suas paredes são cobertas com lindas cenas de caçadas e intrincados mosaicos. Para dar um clima mais surreal ainda, no início da estrada que leva ao forte é possível alugar um elefante para subir a colina. Espero que vocês venha um dia conhecer a CIDADE COR-DE-ROSA...JAIPUR
Espero que tenham gostado e sejam bem vindos a Jaipur...Namaste....Deva Shakti

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ser ou não ser de ninguém!!!!

"Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação". Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida....
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar". Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender a amar se relacionando, trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo e não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também...É não ser livre para trocar e crescer...É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão."

Boa Semana a Todos...Namastê....Deva
Fonte: Blog do meu amigo Rafael : http://escrevendoepensando.blogspot.com/