quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ser ou não ser de ninguém!!!!

"Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação". Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida....
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar". Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender a amar se relacionando, trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo e não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também...É não ser livre para trocar e crescer...É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão."

Boa Semana a Todos...Namastê....Deva
Fonte: Blog do meu amigo Rafael : http://escrevendoepensando.blogspot.com/

domingo, 19 de abril de 2009

COMUNIDADE EU AMO UM INDIANO

A comunidade mais visitada da web do site de relacionamentos ORKUT,através dele muitas histórias de amor ajudou a nossa amada GLÓRIA PEREZ entende um pouco sobre esse universo de amor entre INDO-BRAZIL,hoje venho apresenta a responsavél pela comunidade ANA LUZIA mais conhecida com ANINHA,veja o que ela nos conta:
Como sugiu a ideia de montar uma comunidade chamada EU AMO UM INDIANO?
Bem na época eu amava um indiano e vi nas comunidades de uma amiga de Orkut a comunidade "Eu amo um paquistanes "
.Então fiz uma busca no Orkut se havia algo do tipo "eu amo um indiano " e como não havia eu criei,isso meados de 2006.
Seu namoro foi virtual como as demais meninas da sua comunidade?
Na verdade não era um namorado e sim apenas um amigo indiano,não era virtual.
Desde quando você começou a se interessa pela cultura Indiana?
Desde a adolescência eu me interessava,mas não tinha muito acesso a livros e a estudo.Depois com "globalização " promovida pelo acesso a Internet tive a oportunidade de estudar melhor a India ,além de ter estudado em uma escola filosófica,assim meu universo expandiu muito nesta questão .
Comente sobre a relação da comunidade indiana no Brazil ?
A Relação comunidade indiana ainda é um pouco restrita , pois a "colônia indiana " aqui no Brasil não é tão grande . No entanto de uns anos isso tem modificado . Os indianos são pessoas muito amáveis e muito trabalhadores; caracteristicas que encontramos também nos brasileiros.
E eles por estarem vivendo em um país como o Brasil e fazer boas amizades e ótimos negócios mas as diferenças são enormes,mas conseguem de ambientar ,os indianos são pessoas muito unidas,admiro comunidade deles.
Qual a diferença entre um homem Indiano & homem brasileiro em um relacionamento amoroso?
Percebo que o homem brasileiro trata a mulher de uma forma mais " de igual paar igual " .
Pois o Brasil há muito tempo perdeu-se alguns valores primordiais ... O brasileiro acabou esquecendo um pouco o verdadeiro valor da mulher enquanto ao homem indiano , ele trata a mulher com um diferencial,ela é seu alicerce e uma companheira . E tendencia sempre é ele proteger a mulher.Claro que não posso generalizar isso, mas moderando a comunidade há quase 3 anos já . Pude acompanhar varios relacionamentos e perceber o que esta fazendo com que os relacionamentos entre brasileiras e indianas estejam cada vez mais aumentando.

Na novela CAMINHO DAS INDIAS tem uma personagem chamada DUDA que tem uma paixão pelo indiano Raj,como você administra a comunidade EU AMO UM INDIANO,fale como as meninas brasileiras enfrentam essa distancia,ansiedade,medo enfim como encara um namoro que pode ou não ser promisso?
Bom essa é uma questão complicada,pois cada relacionamento tem perfil . Alguns ja se encontraram , outros ainda não , algumas são casadas,outras já se separaram de seus indianos . Mas a questão relacionamento a distância eu vejo muita ansiedade , duvidas e também muita fé . Pois para quem vive um amor assim a distância tem de estar preparada para tudo.Quanto a ser promissor,depende muito. Hoje em dia os relacionamentos virtuais tomaram força e estão comuns,mas a questão é que relacionamentos onde há diferença cultural exige um pouco mais de atenção e estudo também . Podem existir muitas Dudas aqui no Brasil sim, mas nem todos são como Raj .
Depois do lançamento da novela como esta o movimento da COMUNIDADE EU AMO UM INDIANO?
É tradição aqui no Brasil as novelas . No entanto as da Gloria Perez sempre abrangem mais em seu conteudo e também promovendo a expansão com outras culturas. Acredito que as mulheres aqui ficaram mais encantadas com a possibilidade de um relacionamento com um indiano e isso causa curiosidade e expectativas. Afinal a novela mostra um mundo completamente diferente que vivemos aqui no Brasil,isso encanta.
O movimento não aumentou tanto dentro da comunidade,mas a procura pela comunidade aumentou muito,mas temos um perfil voltado para algo mais restrito, embora estamos dentro de uma rede de relacionamentos mundial o ORKUT.

Você conta com a ajuda de uma moderadora para adminitrar a comunidade?
Sim claro,na verdade tenho uma grande amiga e irma de alma que modera comigo que é a Nanda , uma brasileira linda casada com um indiano . Mas também considero os membros como colaboradores ativos . A Deva que também é uma grande amiga e nos ajuda muito com suas experiencia de vida na India.
No contexto todos ajudam a moderar,pois não existe comunidade só de moderadores , as vezes o tempo fecha, mas logo depois vem um sol radiante...
Qual o objetivo que a COMUNIDADE EU AMO UM INDIANO que passar aos seus menbros?
Nos dias de hoje a comunidade preza mais pelo zelo . Por trocar experiências, informações , aflições.Enfim, promover uma união entre pessoas que tem um perfil em comum.
Não queremos fazer moda nem conceito,mas sim tratar com seriedade algo que tem tomado uma proporção maior .
A comunidade é hoje uma grande sala de estar onde , a sensação é que amigas sentam , conversam , discutem , desentenden-se mas sempre aprendem algo.
Nem eu mesmo sabia que o rumo da comunidade ia ser tornar,hoje nos tornamos uma GRANDE FAMILIA.

Qual a mensagem que você deixa para as meninas da comunidade que vive um relacionamento INDO-BRAZIL?
ESTUDE,estudem para saber o que realmente é a India , seus costumes , seus ideais , seus problemas e saberem que os relacionamento não são como Bollywold e sim devem ser levados a sério.Esse recado tb é para os indianos que estão cada vez mais se encantando pelas lindas brasileiras.

Agradeço a oportunidade de contar um pouco sobre a comunidade e espero que todas meninas se sintam representada de alguma forma aqui,amo todas vocês...Namastê....Aninha

quarta-feira, 15 de abril de 2009

APENAS UM ESCLARECIMENTO

Eu fico muito feliz em todos vocês visitantes apreciarem a cultura indiana,meu blog é apenas um HOBBY,adoro escreve ,troca idéias, recebe criticas e elogios.
Mas ultimamente estou recebendo muitos emails e comentários de pessoas de outras religiões que criticam pesadamente os deuses indianos.
Na minha familia temos religiões diversificada : Mesa Branca,Evangelicos,Budista,Catolicos,Espirita enfim uma mistura de religiões que no final tudo leva a DEUS.Apenas ame independente de raça,cor,religião e todos tipo de diversidade,apenas ame seu proximo.
Então meu caro leitor (a) ,não fique ofendendo a religiões dos outros,apenas RESPEITE.
Eu respeito todas as religiões,acredito que DEUS É UNICO E ACIMA DE TUDO O QUE ELE MAIS QUER É QUE FAÇAMOS O BEM E AMARMOS UNS AOS OUTROS.
ISSO É A MISSÃO QUE ACREDITO QUE TENHAMOS CONCIENCIA DE TER :AMAR UNS AOS OUTROS COMO A TI MESMO,INDEPENDENTE DA
RELIGIÃO....NAMASTÊ...DEVA

Amor virtual não é Real ????

Direto do Blog da DevaThai

DevaThai é uma moça linda casada com indiano e seu amor começou pela net,espero em breve posta na integra a história dela,gostei muito do ponto de vista dela em mostra que o amor virtual nada mais é que Real....Parabéns amada DevaThai...mandou bem...Namastê...Deva

Dicas Latinas
Hoje serei grossa, mas não muito curta.
Mulheres do meu Brazil, acordem. Olha, eu sei que não sou nenhum exemplo a ser seguido de bom-senso ao tomar decisões, mas vamos lá.
Venho recebendo muitos, muitos emails e acaba que circula por aí na neti que os relacionamentos online entre indianos e brasileiras estão cada vez mais comuns e...com finais nada felizes.

Para tentar desenvolver um pouco melhor o meu raciocínio, vou começar falando sobre a questão do real x virtual. Não vou entrar em detalhes teóricos de quem disse isso ou aquilo, pois não é essa a intenção do presente blog.

Parece que as pessoas, de uma forma geral, ainda não perceberam que vivemos na era do desencaixe entre o tempo e espaço. Explico-me: por muito, muito tempo, a realidade era percebida em função de duas coisas: espaço e tempo. Realidade era basicamente aquilo que acontecia em um determinado espaço em uma determinada fração de tempo. Realidade, por exemplo, era você estar em uma balada e por volta de 1 da manhã topar com o cara que seria o grande amor da sua vida. Ele estava ali, era ‘real’, vocês conversaram, se tocaram, trocaram telefone e o relacionamento se instalou, tudo dentro de uma previsível noção tempo-espacial.

Pois bem, o tempo passou e com ele veio a modernidade, tecnologia, globalização e todo o blábláblá com que estamos há tempos familiarizadas. De repente, a realidade se transformou, e muita gente ainda insiste em não perceber isso. Batem no peito e orgulhosamente gritam ‘eu não acredito em amor virtual!’, ou ainda ‘Amor online não é real!’. Eu perdi as contas das vezes em que fui afrontada, questionada e até humilhada por amar alguém que não compartilhava o mesmo espaço e tempo que eu.

Parece que há um desaviso, uma cegueira ou uma ingenuidade geral, que impede que as pessoas notem que, no fim, o virtual nada mais é que uma nova faceta da realidade. Querendo ou não, minhas caras, o virtual é o real sem a velha ligação espaço-temporal. De repente, você se vê compartilhando sua vida com alguém lá do outro lado do mundo. Você num espaço, ele noutro. Em tempos diferentes. Mas o sentimento é o mesmo. Você se angustia por não poder tocar a pessoa, sentir o cheiro dela. E acaba se esquecendo que o que os une é um sentimento verdadeiro. Que o virtual não passa de uma instância do real (há até a expressão ‘realidade virtual’, lembra?). E que, assim como na realidade tempo-espacial (ou seria espaço-temporal?),nada é previsível nessa vida.

O cara da balada pode ter passado de príncipe a sapo em poucos meses. O mesmo pode acontecer com o cara do outro lado da tela. É clichê, mas vou repetir: no amor, não há garantias. A gente se acostuma a esperar demais, a cobrar demais. E fantasiamos. De repente, saltam aos olhos promessas de um amor infinito no melhor estilo conto de fadas com o clássico ‘e foram felizes para sempre’. Sinto muito, mas é hora de acordarmos.

Vamos acordar para a realidade multifacetada que se nos apresenta no presente momento: ninguém é responsável nem pela sua, nem pela minha, nem pela felicidade de ninguém nesse mundo. Nós viemos a esse mundo sozinhas, e sozinhas deixaremos ele. Nesse meio tempo entre a vida e a morte, insistimos em atribuir a outrém a dura responsabilidade de nos fazer feliz. Cobramos demais, desconfiamos demais, fazemos drama demais e no fim... saímos machucadas e culpando meio mundo por uma infelicidade que foi essencialmente gerada por nós mesmas.

Se entramos em um relacionamento com o cara da balada, ou o cara do escritório, ou o cara da igreja sem esperarmos muito e com um pé atrás, por que diabos haveria de ser diferente em uma relação online? De repente, essa nova face da realidade está nos apresentando caras muito legais que moram lá do outro lado do mundo. De repente, saímos sem lenço e sem documento, enfeitiçadas por promessas que invariavelmente não irão se cumprir. Isso porque o cara do outro lado da tela, assim como o cara da balada, do seu escritório ou da sua igreja, é apenas um ser humano. Cheio de falhas. E que não, não tem a obrigação de te fazer feliz. E nem de pagar a sua passagem.

Conselho que é bom não é dado, e sim vendido, então por favor, compre esses aqui:

1. Não venha para a Índia de bolso vazio. Tenha a dignidade de não aceitar que ele pague as suas despesas e mostre ao mundo que a luta pelos direitos das mulheres tem valido sim a pena. Acredite, a cada segundo uma mulher é violentada em alguma parte do mundo, e se insistirmos em continuar dependentes, nada vai mudar NUNCA.
2. Não se iluda. Tenha a medida certa daquilo que você vai encontrar aqui: uma cultura totalmente diferente da sua, com pessoas que têm uma noção muuuuito diferenciada acerca de sentimentos, acerca do amor.
3. Vão pensar que você é puta sim. Mas não chore. É muito melhor ser puta e usar da sua liberdade pra fazer o que bem entender, do que viver vida toda sendo nada além de um mero ornamento em uma sociedade estupidamente machista.
4. Sim, se você estiver planejando vir morar aqui, terá que aprender a enfrentar a realidade espaço-temporal com bravura. Ou então ir embora chorando porque lhe chamaram de puta. Porque afinal de contas, se você não se vestir, agir e falar meticulosamente como um cãozinho adestrado, você será mal-vista sim, e isso não tem nada que ver com a quantidade de homens que você teve nessa sua vida.
5. Se ele no fim terminar com você e ainda tirar onda que só queria transar, não ligue. Afinal de contas você 1) gozou também (espero) 2) não merece passar a vida toda ao lado de um palerma machista como esse.

Enfim, fica dica.Devathai.. Bjos

terça-feira, 14 de abril de 2009

Happy Vaisakshi - Ano Novo Sikh

Vaisakhi
O Vaisakhi ou Baisakhi é um antigo festival de colheita que marca o inicio do ANO NOVO SOLAR , o início de novas colheitas e a fundação do Kkhalsa. Celebra-se no primeiro dia do mês Vaisakh, que corresponde ao nosso 13 de Abril.
Este festival é um dos feriados mais importantes da comunidade Sikh. Os seus significados e tradições variam de região para região. Eles dançam e cantam as tradições do povo Panjabi, chamadas Gidda e o Bhangra, são executadas durante 5 dias e muita comida é distrubuída gratuitamente. É também o aniversário da criação do Khalsa Pantha. Os povos juntam-se na noite em torno de uma grande fogueira e dançam para comemorar a colheita. O Vaisakhi também é a comemoração dos 308 anos da criação do Khalsa ( Irmandade dos Puros ) fundada em 1699 pelo décimo e ultimo Guru vivo Gobind Singh.Durante 5 dias os devotos reunem-se em Anandpur Sahib (cidade do estado Panjab) onde realizam várias incenações usando artefatos bélicos e a arte do arco e flecha, espada, cavalaria e vários tipos de lutas (Gatika). É uma festa grandiosa que reune anualmente milhares de pessoas em Anandpur Sahib e Amritsar.
Há 308 anos atrás, o Guru Gobind Singh, o décimo guru sikh, fundou o khalsa (comunidade sikh).
Reza a lenda que um dia
O Guru perguntou no meio de uma multidão quem é que era capaz de morrer pela sua religião, fé e causa. Um homem afirmou ser capaz de tal coisa e foi com o Guru para a sua
tenda. Quando o Guru saiu da tenda tinha a sua espada manchada de sangue e a
multidão que se encontrava cá fora ficou muito receosa. O processo voltou a repetir-se, mas desta vez entraram três homens na tenda, que tiveram o mesmo infeliz destino.Por fim, cinco homens corajosos entraram na tenda e pouco depois saíram, na companhia do guru os cinco, sãos e salvos e deu-se início a uma cerimonia.
Nesta cerimónia, o Guru salpicou-os de água santa com uma espada, que
simbolizava a coragem e a força, e a mulher do Guru salpicou-os com néctar, para simbolizar que apesar da força e coragem era também necessário haver doçura e amor. Depois das orações, o Guru nomeou-os de primeiros membros da comunidade khalsa, que defendia acima de tudo a igualdade humana. Cada um escolheu um símbolo com que se identificasse, que formaram os “5 Ks”.Para existir maior igualdade e para por fim às castas sociais, o Guru decidiu que todos teriam o mesmo apelido: os homens chamariam-se “Singh” que significa leão, e as mulheres “Kaur” que significa princesa. Esta comunidade aumentou e agora há muitos mais membros do khalsa.
Costumes e tradições deste festival Os sikhs acordam cedo e vão a orações especiais,muitas pessoas visitam o Templo Dourado.
Nas paradas (ou procissões) à frente vão os cinco amados ou Panj Piaras, que simbolizam a viagem que os cinco devotos fizeram até Anandpur para ser baptizados pelo Guru Gobind Singh.

sábado, 11 de abril de 2009

Segundo Sanskaras - Upanayana (Cerimônia da Linha Sagrada)

Este é um ritual essencialmente de iniciação,a criança é iniciada para os estudo do Vedas(livro sagrado),com essa marca significa a transição da fase infantil para adolescente iniciando os estudos dos Vedas e Sadhana.
O sacramento Upanayana ocorre em torno de 8 anos; entretanto, alguns recebem aos 5 anos ou outro aos 12 anos.
Diz-se que a cerimônia da linha sagrada marca o inicio de uma vida nova.
A criança, tradicional, sae do domicílio familiar nesta idade para viver em um ashram do guru da família ou gurukul. Upa significa que “próximo” e Nayan significa “tomar (ele) a”, assim que o upanayana é realizado a criança tornasse mais próximo ao seu guru (mestre / professor digamos assim) Na cerimônia da linha sagrado, a criança incorpora o estágio do Brahmacharya de sua vida,um momento do celibato e da imersão completa em seu estuda e crescimento espiritual. A Criança recebe as três linhas sagradas na testa, a bênção do seu mestre, um mala feito com os nóis sagrados,Pooja realizados aos deuses da trindade : Brahma,Vishnu e Shiva.
As três cordas do mala denotam os três gunas:
1) Sattva (realidade), 2) Rajas (paixão), 3) Tamas (escuridão).
Seu significado é que a criança deve estar acima dos três gunas, deve estar preparada para transcender a bondade,as qualidades de vida,humildade,ser fiél aos seus antepassados e a DEUS,em outras palavras Elevação Espiritual.
E entregue um mala feito com a separação de três nóis especiais chamados de Brahmagranthi que é a simbolização da trindade unida de Brahma, Vishnu e de Shiva. A cerimônia da linha sagrada é executada por um guruw Brâmane,a família da criança participa, ideal que seja conduzida as margens do rio sagrado,o Mantra Sagrado de Gayatri é sussurrada na orelha da criança.
Mantra Gayatri
Namastê meus amigos do Blog....Deva Shakti

Primeiro Sanskaras - Chudakarana ( Mundan)

Vamos começa com a SANSKARA MUNDAN a primeira das quatro que estarei postando aqui.
Chudakarana Chaula (Mundan) é a cerimônia em que a cabeça de uma criança é raspada pela primeira vez, deixando um topete na coroa.
“Chuda” refere este topete (Shikha) esta cerimônia é chamada geralmente “Mundan” no
norte.
Este sanskara tornou-se em razão da higiene física. Executado geralmente quando a criança tem aproximadamente 3 anos, acredita-se que com isso tem o poder de limpa o corpo e a alma.
O cabelo na cabeça de uma criança quando emerge do ventre é considerado impuro e deve ser raspado nascendo um cabelo forte e limpo depois do corte.
Além, para raspar a cabeça, uma lâmina ou o outro instrumento afiado foram exigidos.
Chudakarana é igualmente uma liberação simbólica da criança de sua mãe. Geralmente apos 3 anos a criança está sendo nutrida já não pela mãe e tem sua liberdade fisica
independente da mãe.Essa cerimonia marcar o ponto na vida da criança em que a influência da mãe é reduzida, e a influência do pai torna-se dominante.
Com a influência do pai fica mais forte a para instruir a criança para dá o começo da nova vida (base,aprendizado).
Um muhurta é uma posição apropriada (o templo, o espaço ao ar livre, ou uma beira de rio) são escolhidos para cerimonia. Os Brahmins, os parentes,
e os amigos são convidados a participar. No dia da sanskara, a criança é banhada com agua da mãe gangas e vestida com roupas novas . A mãe senta-se com a criança ao ao oeste do fogo sacrificial (Agni). O pai está à direita da mãe e oferece oração fogo,Derrama então a água morna em um recipiente da água fria e fala uma oração dos vedas,então o pai passa a manteiga ou ghee no lado adequado da cabeça da criança e passado 3 ramos de kusha na cabeça da criança que diz, “oh erva,protege-o, não impor a dor nele.” Após isso Pandit pega a lâmina e dizendo a para ser amigável e começa a corta aos pouco cabelo de ambos os lados da cabeça da criança,cantando mantra. O cabelo é misturadoem um monte do estrume do touro,a cabeça inteira está limpa e raspado, e um topede(Shikha)é feito na cabeça da criança é determinando pela casta da familia.
Depois o cabelo que foi reaspando e coletado e misturado com o estrume do touro e jogado em um rio ou enterrado. Isto é feito de modo que ninguém possam usar o cabelo na bruxaria para prejudicar a criança.
Depois que a cerimonia se acaba, Pandit, os parentes, e os amigos estão prontos para festeja com muita comida e presentes são dados a crianças.
De acordo com o Grihyasutras (vedas), Chudakarana é
executado igualmente para meninas, mas sem a recitação de mantras Vedicos. Quando “mundan” ou “mottai” antes mais popular, o shikha eé visto raramente hoje em dia. Essas fotos foram cedidas pelo casal Alessandra & Raman que realizaram o MUDAN em seu filho JONH na índia.
Raman é bramanes e seguiu as tradições de sua familia.Jonh é batizado na igreja catolica e também na tradição hindu .
Shikha é um topete ou um fechamento do cabelo na coroa da cabeça, uma crista, topknot, pena.Da época do Vedas, o shikha era uma característica de distinção dos Brahmins, do Kshatriyas e do Vaishyas. Significou o “duas vezes-nascido” ou todos aqueles Upanayanam foram executados. Na altura de Chudakarana, um topete do cabelo foi deixado na cabeça,para nunca ser cortado. Este shikha cobriu uma grande parte do cérebro. De acordo com Sushruta, alguns topetes sao deixados na cabeça semelhante coroa protejendo uma artéria junta-se a uma articulação crítica do nervo. Caso haja um ferimento nessa parte da cabeça acreditar pode ser fatal, foi considerado necessário proteger a área mantendo um topete do cabelo sobre ela. O shikha era um símbolo da superioridade e da limpeza.Toda a cerimônia religiosa ou auspicioso exigiu o shikha ser amarrada em um nó. O nó foi amarrado ao acompanhamento da Mantra de Gayatri. Um shikha desatado era um símbolo da desonra, da impureza e da lamentação.Durante cerimônias do funeral e da morte é desamarrado o nó. Presentemente somente os Brahmins usam os shikha, especial pandits. O shikha na parte superior da cabeça representa o shikhara que é levantado sobre todos os templos Hindu. A arquitetura do templo é baseada na mandala do purusha do vastu ou oquadrado místico, um diagrama disse representar ser supremo (Brahman). Um templo é considerado uma descrição simbólica ser supremo, cuja a cabeça é representada como o shikhara do templo. E nos homens, o shikha simboliza o brahamanda em que Brahma é dito residir.
Agradeço imensamente ao Casal Alessandra & Ramam pelo prazer de trazer a nos as fotos da cerimônia Mundan de seu Filho Jonh nosso pequeno iluminado do Blog da Deva...
Energia positivas sempre a essa familia especial..Namaska...Deva

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sanskaras (Sacramentos)

Falaremos sobre os Sanskaras (Sacramentos)
De acordo com a tradição Hindu, os sanskaras são essencialmente os “ritos da passagem” que uma pessoa passa completamente na vida desde a concepção à morte.
Entretanto,por mais que uma pessoa nao HINDU procure traduçoes para definição os sanskaras não encontrara seu total significados profundos do Sanskaras nas vidas de Hindus.
Uma definição mais próxima é a palavra “sacramento,” para um sacramento implica uma celebração ou uma cerimonia externa simbólica de um crescimento, de uma mudança ou de uma benevolência interna.
Os sanskaras referem os ritos principais e rituais purificação religioso e espiritual .
Sancramentos ao corpo e ocupam-se, tais que o crescimento pode ser positivo, progressivo e reto.Cada sanskara tem um ritual e um puja particulares associados com ele(cada casta tem o seu).
Há 16 sanskaras principais, mas 4 de que são executados com o grande devoção e tradição nas margens do rio da mãe Ganga pelo Hindus.
Estes quatro são:
1)Chudakarana Sanskara ( Mundan):Primeiro corte do cabelo
2)Upanayana Sanskara : Iniciação para estudos dos Vedas 3)Marrige / Casamento.
4)Imersão da cinza.

As maravilhas da Índia através dos olhos dos ATORES....

Atores de Caminho das Índias, que estiveram no país para gravar cenas da novela das 8 da Globo, apontam os lugares mais marcantes dessa viagem pelo Oriente.

MÁRCIO GARCIA

“Fiquei maravilhado com o Jai Garh Fort, um dos três fortes da cidade de Jaipur, no Rajastão. A vista é incrível e o lugar inspira muita paz. Do alto, no silêncio, você vê a cidade toda”.

JULIANA PAES

“O lugar que mais gostei foi Jai Garh Fort. Mesmo sendo construído pelo homem, o local se mescla com a natureza, emoldurando as belezas em volta. Também recomendo a todos o Taj Mahal. Ninguém pode deixar de ver!”

BETTY GOFMAN

“O lugar que mais me marcou foi Agra. Passei só uma noite lá e, mesmo exausta, conheci um pouco da cidade. Acordei de madrugada e vi o nascer do sol no Taj Mahal. Foi lindo, emocionante mesmo”.

RODRIGO LOMBARDI

“O lugar de que mais gostei foi Jaipur. A cidade é um microcosmo do que é a Índia. O trânsito caótico, os monumentos excepcionais e o enorme contraste são impressionantes. Adorei”.

TONY RAMOS

“O Observatório Astronômico/Astrológico de Jaipur é um lugar que ninguém pode deixar de visitar na Índia. Ele parece que foi construído ontem, parece muito moderno. Mas, na verdade, existe há 200 anos”.

LIMA DUARTE

“As estátuas de Ganesha (um deus hindu) são encantadoras! Também gostei muito de um antiquário na estrada para o Amber Fort, um dos fortes da cidade de Jaipur. É simplesmente deslumbrante. Se a Índia tem 5 mil anos, imagine tudo que pode se encontrar num lugar como esse! E gostei muito de um fabricante de tapetes, sáris e roupas de cama. Os desenhos que estampavam seus tecidos são lindos e únicos”.

ISIS VALVERDE

“O lugar de que mais gostei na Índia foi um templo de Krishna, em Jaipur (a cidade é cheia de templos dedicados ao deus hindu, como o Govind Dev Ji Temple, do City Palace). Quando fui conhecer o templo, estava tendo uma puja (um culto). Ao ver as construções, a religiosidade do lugar, tantas pessoas juntas, fiquei encantada. Senti-me parte da Índia”.

Fonte: Revista Quem

Casamento Gay no Templo de Krishna

Pela primeira vez, um templo Hare Krishna de Los Angeles celebrou a cerimônia de casamento de um casal gay. Os devotos Joshua Norman Einhorn e Stanley Earl Harris (foto) se casaram na presença de centenas de pessoas entre família, amigos e membros da International Society for Krishna Consciousness (Sociedade Internacional Para a Consciência de Krishna) - ISKCON - de Santa Barbara.
A cerimônia foi oficializada pelo presidente da congregação, o Sarvatma, e recebeu a benção do mestre Hridayananda das Goswami, que terminou a cerimônia desejando que o amor do casal os guie rumo à um plano ideal onde os relacionamentos se tornam perfeitos e eternos.
“O amor de um pelo outro reflete o amor de Deus sobre nós. Deste modo, a perfeição do relacionamento é alcançada quando se vê Deus em cada um de nós. Deus abençoe Joshua Norman Einhorn e Stanley Earl Harris, almas devotas que firmaram seu compromisso de acordo com o espírito do amor de Deus sobre as pessoas”, desejou o mestre.
O movimento Hare Krishna, que veio da Índia, espalhou-se rapidamente e hoje possui milhões de devotos em todo planeta.
Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare, Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare e seja feliz.....Namaskar...Deva