Na ultima foto tem um senhor que vende garrafinhas para que as pessoas leve um pouco do Rio Ganges para purificar suas casas.Veja algumas Fotos:


Passamos a nos falar diariamente. Ele trabalha durante a noite, e meu trabalho depende 80% da internet, então foram longas e doces conversas quando de repente um "I Love you.. do u marry me???". Quase morri, mas não respondi logo, achei até que fosse brincadeira. A cada conversa, o dia todo, ele sempre dizia muitas vezes "I Love you, i dont want lose you. Aff. Sempre muito doce, e passaram-se alguns dias, e eu já estava encantada e apaixonada e ele não desistia.. então eu respondi "I do".. Ele ficou hiper feliz, e fez muitos planos de vir ao Brasil, casar... Pediu me até para eu esperar ele em três meses, rsrs. Mas sempre vinham os pensamentos, dúvidas, angustias.. ohhhh... como poderiamos casar??? Ele tão longe!!!! sempre tive os pés no chão. Até então, eu não conhecia muito da cultura indiana, mas comecei a pesquisar, até por curiosidade, mas acabei encontrando uma comunidade belíssima e abençoada "EU AMO UM INDIANO", onde lá tenho aprendido muito com as experiências lindas e com final feliz, e outras nem tanto feliz, mas sempre aprendendo. Eu sempre tive uma preocupação, se os pais dele aceitariam nosso relacionamento, Eu: brasileira, um pouco mais velha, viúva (:-O) e com duas filhas (:-0), mas ele sempre foi muito seguro, e dizia sim, eles aceitarão. Porém, nem sempre as coisas ocorrem como nós imaginamos. Como os pais dele já estavam pressionando ele para casar, ele resolveu falar sobre mim, hummm. Os pais viram minhas fotos e até gostaram de mim, ela é viúva?? Ok , Brasileira?? Ok , Ela tem filhos??? Ohhhhhhh, noooo, noooo.
era escuridão e silêncio. O Universo parecia mergulhado num grande sono até que o BRAHMAN* mudou este estado de coisa. Primeiro, fez surgir as “Águas Cósmicas” e nelas depositou uma semente. Com o passar do tempo a semente se transformou num resplandecente “Ovo Dourado”. BRAHMAN, que não tinha forma passou, então, um “Ano Cósmico” dentro do “Ovo Dourado” e dele emergiu na forma de uma divindade. Esse novo deus ganhou o nome de BRAHMA (sem o “N” final) e foi incumbido de uma missão especial: criar o Mundo e suas criaturas. (Seria essa a matriz do Demiurgo referido por Platão?). Mal nasceu, já começou a cumprir sua tarefa. Conta-se que quando o “Ovo” se quebrou, a casca de cima originou a esfera celeste, enquanto que a inferior formou a esfera terrestre. O primeiro ato do Deus Criador foi dar forma ao Céu e, assim, manter as metades separadas. Na seqüência, criou os seres humanos, os animais, os vegetais e tudo mais que há no Universo. Por estes feitos, BRAHMA ganhou destaque no panteão hindu e ao lado de SHIVA* e de VISHNU* passou a integrar a TRIMURTI*. BRAHMA, além de Criador, é o principio de harmonia e equilíbrio entre VISHNU (Deus da Preservação) e SHIVA (associado à destruição). Cada um representando um aspecto do Universo. Em relação ao nascimento de BRAHMA, deve-se registrar que a história do “Ovo Cósmico” é apenas uma dentre várias outras que narram a origem e o papel desse deus. Noutra versão, ele teria nascido de uma flor de lótus que brotou do umbigo de VISHNU, para só então dar inicio ao seu trabalho de criação, o que implica em certa subordinação de BRAHMA em relação a VISHNU. Também se diz que BRAHMA criou uma filha do próprio corpo (a Eva judaico/cristã?), por quem se apaixonou e se uniu dando origem ao primeiro homem, chamado de MANU (Adão?). O Deus BRAHMA é descrito como um homem de pele vermelha, dotado de quatro braços e de quatro cabeças, as quais ficam voltadas para os quatro pontos (cardeais) do Universo. Com seus oito olhos, mantém-se atento à sua Criação e montado num “Ganso Sagrado” percorre o Céu para observar o Mundo.
BRAHMA irradia a energia da Criação, enquanto cada uma das quatro cabeças recita um dos VEDAS. Esta forma de representação ocorre, porque durante sucessivas gerações os ensinamentos ali contidos foram transmitidos oralmente e, segundo a tradição, esta forma de transmissão teve, no inicio, o auxilio de BRAHMA. Segundo alguns teólogos, os VEDAS originaram-se do sopro de VISHNU e BRAHMA foi o primeiro a recebê-los com a incumbência de transmiti-los para o mundo dos deuses e para o mundo dos homens. Ainda segundo a tradição, os sacerdotes brâmanes* nasceram da boca do deus BRAHMA e foram os únicos a receber (dele) os ensinamentos contidos nos VEDAS. Estes sacerdotes eram considerados os intermediários entre os humanos e os deuses (aproximadamente como padres, pastores e rabinos) e, destarte, cabia-lhes difundir estes ensinamentos ao povo. Esta importância culminou na formação do chamado “HINDUISMO BRAMÂNICO”, onde os BRÂMANES ocupavam a CASTA mais elevada e BRAHMA era tido como o deus principal. Apenas no século XIX dC. é que esta crença passou a ser chamada de HINDUISMO e atualmente o deus BRAHMA não é mais objeto de uma adoração tão profunda. Com a ascensão de SHIVA e de VISHNU, ele foi relegado a um segundo plano. Porém, uma lenda protagonizada pelo sábio BRAHMARISHI BHIRGU
propõe outra versão para o fato de não serem comuns as homenagens a BRAHMA: conta-se que, certa vez, os Seres Humanos decidiram organizar um grande ritual que deveria ser presidido pelo mais importante dos deuses e o escolhido foi BRAHMA. Porém, quando o sábio tentou convidá-lo, o deus estava atento à música cantada por sua esposa SARAVASTI* e não ouviu os chamados. Revoltado, BHIRGU amaldiçoou BRAHMA a nunca mais ser venerado. Lendas e maldições à parte, o fato de ser um “deus criador” não lhe garantiu o posto mais alto na hierarquia celeste; porque assim como os outros, ele representa apenas um dos aspectos de BRAHMAN (o Ser Supremo). Neste caso, seria a manifestação masculina e criadora de uma Entidade Abstrata, neutra, sem forma. Quando comparado aos outros deuses da TRIMURTI*, BRAHMA assume uma posição secundária (numa referência à pouca importância da matéria que criou) e a própria grafia de seu título “deus criador” sofre restrições. Na Índia, as palavras “criador” e “deus” são escritas em
letras minúsculas o que significa que aquele que “cria” não é uma divindade que detenha o poder total. Ele “cria” apenas pela graça de VISHNU ou de SHIVA. É, portanto, um mero cumpridor de ordens superiores. BRAHMA também não é um deus eterno. Os hindus calculam que ele existirá durante “cem anos celestiais” (aproximadamente quatro milhões de anos da Terra) e quando ele findar, o Universo que criou acabará. Então, outro Universo nascerá e outro deus demiurgo ocupará o posto de Criador. Outrossim, um aspecto que deve ser mencionado relaciona-se com o fato de BRAHMA sempre ser representado com as “Quatro Cabeças”: Uma história de amor e de incesto “explica” a origem destas “Quatro Cabeças”. Sentindo-se sozinho, criou de seu próprio corpo uma deusa chamada de SARAVASTI(Deusa da sabedoria)*. Ao perceber os olhares maliciosos de BRAHMA, ela se moveu para a direita e com isso fez nascer uma cabeça no mesmo lado do corpo do deus. Depois, correu para a esquerda e para trás e mais duas cabeças emergiram em BRAHMA; quando SARAVASTI fugiu para o céu uma quinta cabeça brotou, mas esta última foi queimada por INDRA* como castigo pelo desejo incestuoso (Sodoma?). Por fim, SARAVASTI aceitou casar-se com BRAHMA e dessa união é que se originaram as criaturas vivas.
BRAHMAN, que está tão acima dos deuses locais e/ou “menores” que não leva sequer o título de “Senhor”. Na cosmologia hindu, BRAHMAN está além de toda Ação, Inação, Bem ou Mal. A energia latente que nele existe, quando é liberada na criação de qualquer Universo toma a forma de MAYA* e é só através deste pálido reflexo que conseguimos captá-lo, ou, talvez, imaginá-lo. Conforme os eruditos, qualquer Universo criado como projeção de BRAHMAN tem a existência limitada em 4.320 milhões de anos solares, sendo que no final dos mesmos “as chamas ou as águas” destroem esse Universo e MAYA* retorna a BRAHMAN que repete este processo indefinidamente.
Estou muito feliz com a Festa de Lançamento da Novela aonde acompanhei na India desde do seu inicio de criação com escritoria Glória Perez,falei com ela ontem ao telefone e ela estava radiante com resultado.
poder matar saudades da equipe de produções,atores e Glorinha que estava muito elegante(detalhe ela estava usando uma Encharpe Verde legitima de Kashimir que acompanhei a compra na India) Ficou belissima.....
História de Elenice & Harpreet
Conhecê-lo cada dia mais e perceber o quanto podemos amar um ao outro e sermos feliz me dá muita força para superar todos os obstáculos. Aprendi a respeitá-lo em nossas diferenças, e procurar cada dia mais a harmonização de nosso relacionamento para que nossos sonhos se torne realidade. A religião dele é o sikhismo, muito diferente de todas as religiões que conheci até então, na verdade dizem que não é uma religião, e sim uma filosofia de vida. Fundada no século XV por Sri Guru Nanak. A família dele, como todos bons sikhs e talvez indianos sonham em fazê-lo, (digo fazê-lo porque estou me referindo ao casamento arranjado, orgulho da tradição indiana até os tempos de hoje) casar com uma indiana igualmente sikh e da mesma casta que ele, e isto perturba muito a minha paz e não a dele , pois diz estar disposto a negar com unhas e dentes estas propostas de casamento arranjando heeehe.
divorciado em breve, pois segundo ela "estrangeiros não são confiáveis, mas aparentemente tem me aceitado como amiga do filho... para mim isto já é um bom sinal.
Viva o futuro, pois ele a Deus pertence! ........
Como não poderia deixa de falar em romances,afinal todos nós queremos um grande amor.
Ganges.Nasce na cordilheira do Himalaia e passa pelos estados de Deli, Uttar Pradesh e Haryana antes de se unir ao Ganges em Allahabad. Deli, Mathura, Vrindavan e Agra encontram-se nas suas margens, pelo que este é um dos sete rios sagrados da Índia, considerado segundo em termos de importância religiosa.Outrora artéria de comunicação importante para transporte de pessoas e mercadorías, actualmente é utilizado basicamente para a rega na agricultura, ao longo dos terrenos que atravessa. Estima-se que cerca de 57 milhões de pessoas dependam directamente dos seus recursos hídricos.Segundo a lenda, a deusa deste rio é a irmã do deus hindú da morte, o deus Yama, e filha do deus do Sol, Surya. Segundo o Mahabharata, o deus Krishna passou a sua infancia nas águas deste rio.Ao ser considerado uma divindade, o Yamuna é frequentemente representado nos templos hindus como uma figura feminina montada sobre uma tartaruga, acompanhada por uma ou duas criadas que transportam uma sombrinha, que pode aparecer também nas portas de entrada dos templos, junto à deusa do Ganges. Esta presença simbólica é uma forma de purificação do crente sempre que cruza a entrada do templo.
para os deuses celebrados (o Hermes grego). Conforme os estudiosos “. . . é por meio do sacrifício que o homem estabelece uma relação de louvor, de pedido ou de agradecimentos às divindades”. Nas suas representações esse deus-mensageiro mistura a aparência de homem com a imagem do fogo e dos sacrifícios. Seus dois rostos são sempre lambuzados com manteiga (outro elemento ritual) e suas sete línguas são de fogo e seus dentes são de ouro. Seu corpo é vermelho e dele emanam vários raios de luzes. Nos sacrifícios hindus, a direção para a qual se acende o fogo tem relação direta com o objetivo da cerimônia. Assim:
, todo pai de família das CASTAS* superiores acende uma chama girando um graveto numa tábua, pois segundo a tradição, é esta a origem do deus do fogo, já que AGNI é considerado filho de dez mães irmãs, simbolizadas pelos dez dedos das mãos do homem que acende a chama. Conforme o costume, os chefes de família devem manter as labaredas acesas em suas casas por toda a vida, alimentando-as duas vezes ao dia: antes do nascer do Sol e antes da aparição da primeira estrela. Existe ainda o rito que consiste em venerar o fogo que prepara as refeições. Neste último, o lugar é limpo, é feita uma adoração a AGNI e só depois é que o fogo é aceso para cozinhar os alimentos. Isto feito, o costume manda que se jogue um punhado da comida nas labaredas como oferenda ao deus. Dente os rituais, também merece menção aquele que é chamado de HOMA*, onde se queima o GHEE* para purificar o ambiente. Os VEDAS* têm um capitulo inteiro que descreve as práticas com o fogo. Atualmente, os sacrifícios estão restritos a ocasiões especiais, como a abertura de novos templos hindus, dentre outras celebrações.
festa religiosa hindú conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram rojões e fogos de artifício. Esse festival celebra o assassinato do malvado Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
que ocorreu em 15 de outubro, 527 aC.




