domingo, 26 de outubro de 2008

Diwali

O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindú conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram rojões e fogos de artifício. Esse festival celebra o assassinato do malvado Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival no Hinduísmo, Sikhismo, o budismo, e Jainismo. Muitas lendas são associados com Diwali. Hoje em dia é comemorado pelos hindus, sikhs e Jains em todo o mundo como o "Festival das Luzes", onde as luzes ou lâmpadas significar vitória do mal sobre o bem dentro de cada ser humano. Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que vem no mês de outubro ou novembro.
Em muitas partes da Índia, é o Baile do Rei Rama de Ayodhya, após 14 anos de exílio na floresta e de ter derrotado o mal Ravana. O povo de Ayodhya (a capital do seu reino) congratulou-se com Rama por iluminação fileiras (avali) das lâmpadas (Deepa), dando assim o seu nome: Deepavali. Esta palavra, em devido tempo, se tornou Diwali em hindi. Mas, no sul indiana línguas, a palavra não sofreu qualquer alteração e, portanto, o festival é chamado Deepavali no sul da Índia. Existem várias observâncias do feriado em toda a Índia.
Jainismo Diwali marcas como o nirvana do Lord Mahavira, que ocorreu em 15 de outubro, 527 aC.
Entre os sikhs, Diwali veio a ter significado especial a partir do dia da cidade de Amritsar foi sobre o regresso ao iluminaram-lo do Guru Hargobind (1595-1644), que haviam sido detidos no Forte em Gwalior sob as ordens do imperador Mughal, Jahangir (1570-1627). Como o sexto Guru (professor), do Sikhismo, Guru Hargobind Ji, foi libertado da prisão - juntamente com 53 hindus Kings (que eram mantidas como prisioneiros políticos) a quem o Guru tinha organizado para ser liberado também. Após a sua libertação ele foi para o Darbar Sahib (Templo Dourado) na cidade santa de Amritsar, onde foi saudado pelo povo na felicidade que acendem velas e diyas para cumprimentar o Guru. Devido a isto, sikhs referem frequentemente que Diwali também como BANDI Chhorh Divas - "o dia da libertação dos detidos".
O festival também é comemorado pelos budistas do Nepal, especialmente os Newar budistas.
Na Índia, o Diwali é hoje considerado um festival nacional, e ao aspecto estético do festival é a maioria índios usufruídos pelos independentemente da fé.

Para os Indianos no periodo do Diwali é primordial seguir corretamente os Pujas do dias abaixo:
Dia 1 (26/10) - DhanterasDhan significa riqueza. Nesse dia sao feitas oracoes a Deusa Laxmi, deusa da riqueza e prosperidade para pedir prosperidade no ano que se inicia.Ele 'e celebrado mais entre comerciantes e empresarios.
Dia 2 (27/10) - Pequeno Diwali (Choti Diwali) é um Diwali em escala menor. Fogos de artificio são visto mas não em grande quantidade. Pujas a Laxmi são feitas em alguns lugares principalmente no sul da India..
Dia 3(28/10) - Laxmir Puja no Diwali é principal dia do Diwali.Logo na manha a mulher da casa desenha o rangoli na entrada.Acendem-se velas e diyas pela casa.
O puja a Laxmir é o momento mais importante do Diwali para dá prosperidade e riqueza o ano todo. Após o puja o Diwali é celebrado com uma queima de fogos de artificios quase a noite toda.


Dia 4 (29/10) - Padwa & Govardhan PujaGudi Padwa é o simbolismo do amor entre a esposa e o marido. Nesse dia recém casados são convidados para uma refeicao especial e ganham presentes.Govardhan Puja é celebrado em apenas alguns estados do norte da India.
Ele comemora o dia em que Krishna levantou o Monte Govardhan.
Dia 5 (30/10) - Bhai Duj Assim como o Raksha Bardhan ele é considerado o dia do irmão.Nesse dia as irmãs fazem um puja para segurança e saúde do irmão.O irmao faz uma marca na testa da irma para a sua saúde e felicidade.
Nos reunimos em casa em New Delhi e depois seguirmos para a Casa da Juliana para soltar os fogos de artificios.

Algumas Fotos do Diwali 2008:









terça-feira, 14 de outubro de 2008

Fotos Inédita da Juliana Paes

Essa cena foi linda,aonde Maya no Festival do Elefante encontrou Bahuan.
Fiz questão de mandar para Glória essas fotos em primeira mão.
Essa fotos fizeram tanto sucesso que esta em vários sites de noticias e além do site de CAMINHO DAS INDIAS.
Bahuan atrás de Maya:

Maya olhar para Bahuan: No final da cena fui lá com ela dá os parabéns por mais uma cena perfeita que fez.

domingo, 12 de outubro de 2008

Festival do Elefante em Jaipur

Festival do Elefante em JAIPUR - Caminho das Índias

domingo, 5 de outubro de 2008

Jaipur - Cidade Cor de Rosa

A cidade cor-de-rosa de Rosa fundada por Maharaja Jai Singh II (1693-1743), é o capital de Rajasthan .
É uma atração principal para o visitante first-time. Jaipur é cercado em todos os lados pelos montes ásperos, coroados com forts & murros cor de rosa. As casas com janelas alinham, as ruas com seu levantaram-se cor cor-de-rosa, emprestando o enchantment à cena, que é quase mágica no por do sol.
Além do City Palace & Amber Fort que vocês não pode deixa de visitar...
Aqui foram filmadas as cenas de Caminho das India,um cenário maravilhoso e belo,quando vi a India não deixe de passa nessa cidade que é uma maravilha....Namastê...Deva

Caminho das Indias

Chegou o inexperado dia,estava eu de volta ao Japão depois de 3 mês seguidos de trabalho e lazer na India,derrepende o telefone toca : Alô somos do Fantastico e queria uma assessoria na India.
Nossa era uma moça muito encantadora chamada Evelyn,fiquei hiper feliz que menos de 10 dias ja estava embarcando novamente para Índia.
Tinha apenas 4 dias para arruma as malas e embarca novamente,fiz tudo tão rápido,mas fui.
Chegando lá já conseguir mais outro trabalho com assessoria dentro da produção da Globo e fui direto pro set de gravações pela indicação do Glorinha.
Enfim acompanhei as gravações da novela foi um maximo....amei tudo....cada cena,cada detalhe,nossa é tudo muito magico.
O jeitinho que a equipe da Globo trabalhar é muito lindo,eles sao realmente uma familia.
E os atores!!!! Nossa pessoal que dedicação,a Juliana Paes incorporou uma perfeita indiana,Marcio Garcia as vezes eu achava que era o Baruan que nem queria mais tira o cordão que a personagem usava,ele me emocionou em uma cena que ele chorava do nada,nossa que cara....
Lombardi derramo elogios a ele,sempre atencioso,sinonimo de hulmidade,distribuindo sorriso por onde passava,mesmo cansado ele sempre estava buscando conhecimento,perguntando sobre a India,brincando com todos,a Juliana Paes estava ate ronca a primeira vez que a encontrei de tanto ri das piadas que Lombardi contava nos intervalos das gravações....
Se eu escreve tudo que presenciei junto com eles,nossa ficarei anos aqui escrevendo...
Mas resumido Gloria esta de parabéns equipe 100000000000++++++++++++,sem duvida nenhuma a CAMINHO DAS INDIAS já é um sucesso....Luz sempre a todos da novela...Namastê...Deva
Essa Fotos ficará na História :

Lombardi,Juliana,Deva & Mickey
Marcio Garcia e Deva

Juliana Paes encantadora Lima Duarte patrimônico da Humanidade

Lombardi realmente sinônimo de Hulmidade


Bahuan ou Marcio ???? Isis & Deva nas Gravações de Jaipur Mauricio & Deva em Jaipur

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Varanasi

Varanasi ou Benares é uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia. Localiza-se nas margens do Ganges. Tem cerca de 2 milhões de habitantes. É uma das mais antigas cidades do mundo e a mais sagrada cidade da religião hindu. Já foi conhecida por Kashi e Benares, até o seu nome mais antigo ser restaurado: Varanasi vem da junção dos rios Varana e Asi, que correm para norte e sul da cidade, respectivamente. Tem um raio de cerca de cento e vinte quilómetros e, além de centro espiritual e religioso, é também um importante centro de estudos de sânscrito, onde acorrem estudantes de todo o mundo. Se a estes juntarmos os largos milhares de peregrinos e mais de um milhão de habitantes permanentes, ficamos com uma ideia da pequena metrópole que é Varanasi - em termos portugueses, claro. O estado onde se encontra, o Uttar Pradesh, apesar de ser um dos mais produtivos da Índia, é uma área essencialmente agrícola e sobrepovoada. A sua população junta-se aos cerca de trezentos milhões de pessoas que dependem completamente das águas do Ganges - e não falamos agora de religião, mas da própria subsistência. Com quase dois mil e seiscentos quilómetros, este é um dos maiores rios do mundo, e o seu delta, localizado no Bangladesh, é mesmo o maior. As ghats que dão para o Ganges, assinaladas pelo lingam (falo) de Xiva, são a atracção da cidade e, de facto, a única parte interessante, juntamente com as vielas que as antecedem. Os templos são demasiado sagrados para aceitarem não-hindus no seu interior, pelo que só podemos apreciar as fachadas. Na época seca, é possível percorrer as ghats mais activas e procuradas, as cinco onde os peregrinos devem banhar-se por ordem: Asi, Dasaswamedh, Barnasangam, Panchganga e Manikarnika. Mas durante a monção as águas sobem de tal maneira que as escadarias quase desaparecem. Curioso é referir que, apesar dos poluentes humanos e industriais, o rio tem uma fantástica capacidade de regeneração e as suas águas não estão tão sujas como seria de esperar. Respeitosos, os indianos preferem dizer que o rio está “doente”, em vez de poluído...
RIO GANGES

Apesar de muitos hindus afirmarem que só há um Deus e que todos os outros nomes se referem apenas a manifestações do seu poder, qualquer povo gosta de rezar aos seus santos ou deuses particulares, esperando que intercedam junto de um Deus maior. E em Varanasi, o rio e o Deus têm uma história inseparável. Originariamente o rio corria nos céus, e o sol queimava tudo na terra. Os ioguis (religiosos) e o próprio rei Baghirat pediam ao deus Brama que fizesse a Ganga celestial descer à terra. Shiva, impressionado com os esforços ascéticos e a pureza dos homens que imploravam, resolveu aceder ao pedido. Para evitar a fúria de Ganga - também conhecida por Kali - e para evitar a violência e a destruição das águas, Shiva usou os seus longos cabelos para que estas escorressem pacificamente, dos Himalaias até à planície.
O Ganges é, portanto, um rio especialmente purificador, e “Jai Ganga Maiki”, “glória à nossa mãe Ganges”, é uma prece corrente. Morrer aqui ou, pelo menos, ser aqui cremado e as cinzas atiradas à água, é garantia de purificação definitiva. Mesmo o crematório eléctrico que foi instalado numa das ghats não é tão popular como as piras de madeira que ardem quase continuamente, ateadas por um membro próximo da família. Sacerdotes oficiam os ritos e as ofertas que auspiciam a libertação, purificando mortos e vivos. Cinzas, flores e cabelos são ofertas comuns à Mãe-Ganges, consorte de Sh
iva. Todos têm a noção de que em poucos lugares do mundo conseguiremos estar tão perto dos deuses .
Cerimônia do Fogo em Varanasi