domingo, 5 de outubro de 2008

Jaipur - Cidade Cor de Rosa

A cidade cor-de-rosa de Rosa fundada por Maharaja Jai Singh II (1693-1743), é o capital de Rajasthan .
É uma atração principal para o visitante first-time. Jaipur é cercado em todos os lados pelos montes ásperos, coroados com forts & murros cor de rosa. As casas com janelas alinham, as ruas com seu levantaram-se cor cor-de-rosa, emprestando o enchantment à cena, que é quase mágica no por do sol.
Além do City Palace & Amber Fort que vocês não pode deixa de visitar...
Aqui foram filmadas as cenas de Caminho das India,um cenário maravilhoso e belo,quando vi a India não deixe de passa nessa cidade que é uma maravilha....Namastê...Deva

Caminho das Indias

Chegou o inexperado dia,estava eu de volta ao Japão depois de 3 mês seguidos de trabalho e lazer na India,derrepende o telefone toca : Alô somos do Fantastico e queria uma assessoria na India.
Nossa era uma moça muito encantadora chamada Evelyn,fiquei hiper feliz que menos de 10 dias ja estava embarcando novamente para Índia.
Tinha apenas 4 dias para arruma as malas e embarca novamente,fiz tudo tão rápido,mas fui.
Chegando lá já conseguir mais outro trabalho com assessoria dentro da produção da Globo e fui direto pro set de gravações pela indicação do Glorinha.
Enfim acompanhei as gravações da novela foi um maximo....amei tudo....cada cena,cada detalhe,nossa é tudo muito magico.
O jeitinho que a equipe da Globo trabalhar é muito lindo,eles sao realmente uma familia.
E os atores!!!! Nossa pessoal que dedicação,a Juliana Paes incorporou uma perfeita indiana,Marcio Garcia as vezes eu achava que era o Baruan que nem queria mais tira o cordão que a personagem usava,ele me emocionou em uma cena que ele chorava do nada,nossa que cara....
Lombardi derramo elogios a ele,sempre atencioso,sinonimo de hulmidade,distribuindo sorriso por onde passava,mesmo cansado ele sempre estava buscando conhecimento,perguntando sobre a India,brincando com todos,a Juliana Paes estava ate ronca a primeira vez que a encontrei de tanto ri das piadas que Lombardi contava nos intervalos das gravações....
Se eu escreve tudo que presenciei junto com eles,nossa ficarei anos aqui escrevendo...
Mas resumido Gloria esta de parabéns equipe 100000000000++++++++++++,sem duvida nenhuma a CAMINHO DAS INDIAS já é um sucesso....Luz sempre a todos da novela...Namastê...Deva
Essa Fotos ficará na História :

Lombardi,Juliana,Deva & Mickey
Marcio Garcia e Deva

Juliana Paes encantadora Lima Duarte patrimônico da Humanidade

Lombardi realmente sinônimo de Hulmidade


Bahuan ou Marcio ???? Isis & Deva nas Gravações de Jaipur Mauricio & Deva em Jaipur

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Varanasi

Varanasi ou Benares é uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia. Localiza-se nas margens do Ganges. Tem cerca de 2 milhões de habitantes. É uma das mais antigas cidades do mundo e a mais sagrada cidade da religião hindu. Já foi conhecida por Kashi e Benares, até o seu nome mais antigo ser restaurado: Varanasi vem da junção dos rios Varana e Asi, que correm para norte e sul da cidade, respectivamente. Tem um raio de cerca de cento e vinte quilómetros e, além de centro espiritual e religioso, é também um importante centro de estudos de sânscrito, onde acorrem estudantes de todo o mundo. Se a estes juntarmos os largos milhares de peregrinos e mais de um milhão de habitantes permanentes, ficamos com uma ideia da pequena metrópole que é Varanasi - em termos portugueses, claro. O estado onde se encontra, o Uttar Pradesh, apesar de ser um dos mais produtivos da Índia, é uma área essencialmente agrícola e sobrepovoada. A sua população junta-se aos cerca de trezentos milhões de pessoas que dependem completamente das águas do Ganges - e não falamos agora de religião, mas da própria subsistência. Com quase dois mil e seiscentos quilómetros, este é um dos maiores rios do mundo, e o seu delta, localizado no Bangladesh, é mesmo o maior. As ghats que dão para o Ganges, assinaladas pelo lingam (falo) de Xiva, são a atracção da cidade e, de facto, a única parte interessante, juntamente com as vielas que as antecedem. Os templos são demasiado sagrados para aceitarem não-hindus no seu interior, pelo que só podemos apreciar as fachadas. Na época seca, é possível percorrer as ghats mais activas e procuradas, as cinco onde os peregrinos devem banhar-se por ordem: Asi, Dasaswamedh, Barnasangam, Panchganga e Manikarnika. Mas durante a monção as águas sobem de tal maneira que as escadarias quase desaparecem. Curioso é referir que, apesar dos poluentes humanos e industriais, o rio tem uma fantástica capacidade de regeneração e as suas águas não estão tão sujas como seria de esperar. Respeitosos, os indianos preferem dizer que o rio está “doente”, em vez de poluído...
RIO GANGES

Apesar de muitos hindus afirmarem que só há um Deus e que todos os outros nomes se referem apenas a manifestações do seu poder, qualquer povo gosta de rezar aos seus santos ou deuses particulares, esperando que intercedam junto de um Deus maior. E em Varanasi, o rio e o Deus têm uma história inseparável. Originariamente o rio corria nos céus, e o sol queimava tudo na terra. Os ioguis (religiosos) e o próprio rei Baghirat pediam ao deus Brama que fizesse a Ganga celestial descer à terra. Shiva, impressionado com os esforços ascéticos e a pureza dos homens que imploravam, resolveu aceder ao pedido. Para evitar a fúria de Ganga - também conhecida por Kali - e para evitar a violência e a destruição das águas, Shiva usou os seus longos cabelos para que estas escorressem pacificamente, dos Himalaias até à planície.
O Ganges é, portanto, um rio especialmente purificador, e “Jai Ganga Maiki”, “glória à nossa mãe Ganges”, é uma prece corrente. Morrer aqui ou, pelo menos, ser aqui cremado e as cinzas atiradas à água, é garantia de purificação definitiva. Mesmo o crematório eléctrico que foi instalado numa das ghats não é tão popular como as piras de madeira que ardem quase continuamente, ateadas por um membro próximo da família. Sacerdotes oficiam os ritos e as ofertas que auspiciam a libertação, purificando mortos e vivos. Cinzas, flores e cabelos são ofertas comuns à Mãe-Ganges, consorte de Sh
iva. Todos têm a noção de que em poucos lugares do mundo conseguiremos estar tão perto dos deuses .
Cerimônia do Fogo em Varanasi

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Aahista Aahista’ (Musica)

Aahista aahista…
(slowly… and slowly…)
mujhe yaqeen ho gaya…
(I came to believe that…)
aahista aahista
(slowly… and slowly…)
yeh dil yahin kho gaya
(I lost my heart to someone, somewhere…)
yun gira gira hai chand ya,
(is it the moon that has desended so low?…)
teri hai roshni
(or is it your radiance?…)
yun udi udi si hai zameen,
(that the earth seems to be flying past us….)
aahista
(slowly…)
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
(it happened for the first time…)
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar
(that I fell in love…)
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar
dekh loon yeh khwaab main
(now can I see the dream-….)
ke raaton mein tu aa ke yeh kahega
(that you’ll come up in the night and say that…)
ke tu ji rahi hai meri zindagi
(…that you are living my life now…)
sochi kya baat hai
(the thoughts that came upon you…)
yeh ankhon se tu dheere se sunega
(those you’ll know with your eyes, slowly reading me…)
kyun na rok loon main yeh din yahin]
(why shouldn’t I pause this beautiful moment right now…)

kissi se bhi na…kahenge hum na…
(we won’t let it be known… to anyone around us…)
yahin pe kho jayenge
(we’ll lose ourselves in this moment…)
yun gira hira hai chand ya,
teri hai roshni
yun udi udi si hai zameen,
aahista
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar
mujhse ik pal mila
(a moment met with me-….)
yeh lamhe saare sab se chhupa lo
(hide all these moments from everyone…)
teri jo kahani suna chala
(-which told me your story and went ahead…)
aur uss pal mein hi
(and in that very moment-…)
tum aa ke mujhe apna bana lo
(come and make me yours forever…)
mujhko mera har ik kal mila
(-I got my each and every moment to come, in you…)
phoolon ka hum na…le ke bichauna…
(a bed of flowers… we should get one…)
khwabon mein kho jayenge
(and lose ourselves into dreams…)
yun gira hira hai chand ya,
teri hai roshni
yun udi udi si hai zameen,
aahista
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar
aahista aahista
mujhe yaqeen ho gaya
aahista aahista
yeh dil yahin kho gaya
yun gira hira hai chand ya,
teri hai roshni
yun udi udi si hai zameen,
aahista
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar
ho… ho… ho… ho…
hua yeh pehli baar
ho… ho… ho… ho…
mujhe ho gaya hai pyaar…

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Calendário Hindu

O termo calendário hindu é um pouco confuso, pois ele se refiere a um conjunto de calendários regionais da Índia, que se comportam de formas distintas, assim como o calendário nacional indiano.
O governo da Índia adota um calendário nacional, o Calendário hindu, em 1957 para unificar os cerca de 30 calendários existentes no país, usados para determinar festas religiosas hinduístas, buditas, jainistas, islâmicas. Embora coincida com o gregoriano na contagem de dias e nos anos bissextos, o novo calendário conta o tempo a partir da Era Saka, que corresponde ao ano 79 da Era Cristã.

Meses
O ano é dividido em 12 meses:

chaitra चैतर (março-abril)
vaishakha वेशाख (abril-maio)
jyashtha जयैषठ ou जेठ (maio-junho)
ashadha आशाढ़ ou असाढ़ (junho-julho)
sravana सावन (julho-agosto)
bhadrapada भादरपद ou भादों (agosto-setembro)
ashvina आशिवन ou कवार (setembro-outubro)
kartika कािरतक (outubro-novembro)
margashirsha अगहन (novembro-dezembro)
pausha पौष ou पूस (dezembro-janeiro)
magha माघ (janeiro-fevereiro)
phalguna फगुन ou फलगुन (fevereiro-março).

Semana
Domingo: रविवार ou इतवार
segunda-feira:सोमवार
terça-feira: मंगलवार
quarta-feira: बुधवार
quinta-feira: बृहसपितवार auxiliar sexta-feira
do गुरुवार: शुक्रवार
sábado: शनिवार
Para os festivais religiosos é usado um calendário lunissolar. Nesse caso, os meses lunares são contados a partir da lua nova e ganham o mesmo nome do mês solar em curso.

domingo, 10 de agosto de 2008

Mês de Agosto Aniversário de Krishna

A História de Krishna
De acordo com a tradição Hindu, Krishna (कृष्ण em Devanagari) é o oitavo avatar de Vishnu.
É citado no
Mahabharat, mais exatamente no Bhagavad Gita, e é considerado, segundo o Movimento Hare Krishna (ISKCON), a Suprema Personalidade (Deus), sendo assim, a origem de todas as encarnações seguintes.
Krishna e as histórias aparecem nas diversas tradições filosóficas e teológicas hindu. Embora, algumas vezes diferentes nos detalhes, ou até mesmo contradizendo as características de uma tradição particular, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas elas. Estes incluem uma encarnação divina, uma infância e uma juventude pastoral e a vida como um guerreiro e professor. A imensa popularidade de Krishna fez com que várias religiões não-hindus que se originaram na
Índia tivessem as próprias versões dele.
Segundo a obra Harpas Eternas, Krishna foi a sexta reencarnação de Jesus em nosso planeta. As anteriores foram Juno e Numu, na Lemúria, Anfião e Antúlio, na Atlântida, e Abel na Palestina. As posteriores foram Moisés, Buda (Siddhartha Gautama 600-A.C.) e, por último, Jesus, este espírito que hoje é o mestre espiritual de nosso orbe. Uma versão da história de Krishna,pode ser lida no volume II da obra citada, onde consta também o nascimento quarenta séculos após a morte de Abel, o que corresponderia a cerca de 4270 AC.
Nascimento e infância
Krishna era da família real de Mathura- capital de um conjunto de três clãs: Vrishni, Andhaka e Bhoja - e o oitavo filho da princesa Devaki e o marido Vasudeva, um nobre da corte. No dia do casamento, como é de costume na tradição védica, o primo mais velho, Kamsa, ficou encarregado de conduzir Devaki e o esposo até a nova casa do jovem casal.
O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas (guerreiros), mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal.
No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra. Como a vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.

Juventude


Nanda, pai adotivo de Krishna, era o líder de uma comunidade de pastores de gado. As histórias da infância e juventude contam a vida e relação com as pessoas da região. Uma dessas histórias conta que Kamsa, descobrindo que ele havia sido libertado da prisão, enviou vários demônios para impedir que isso acontecesse. Todos falharam. São muitas as façanhas de Krishna e as aventuras com as Gopis da vila, incluindo Radha, que se tornou mais tarde conhecida como o Rasa lila.




Krishna, o Príncipe
Krishna, então um jovem homem, retorna para Mathura, acaba com o governo de Kamsa, e institui o pai, Vasudeva, que havia sido aprisionado por Kamsa, como rei de Yadavas. Em seguida declarou a si mesmo príncipe da corte. Neste período iniciou a amizade com Arjuna e outros príncipes de Pandava do reino de Kuru. Casou-se com Rukmini, filha do rei Bishmaka de Vidarbha. Ele também teve outras sete esposas, incluindo Satyabhama e Jambavati.
Últimos dias

Krishna havia se retirado para a floresta e estava em meditação embaixo de uma árvore, quando um caçador, na penumbra da floresta, o confunde com um antílope e o fere na planta do pé. Mesmo ferido de morte, aceita-a com grande serenidade.
No
Bhagavad Gita ele diz:
jatasya hi dhruvo mrtyur
dhruvam janma mrtasya ca
tasmad apariharye 'rthe
na tvam socitum arhasiÇ

(Tradução) - Inevitável é a morte para os que nascem; todo o morrer é um nascer – pelo que, não deves entristecer-te por causa do inevitável.
Similares, Krishna é certas vezes apresentado como a Suprema Personalidade de Deus e certas vezes o mencionam como encarnação de
Vishnu. No Srimad-Bhagavatam de Srila Prabhupada, Prabhupada explica que Krishna fora de Vrindavana é Vishnu expandido, e Krishna residindo em Vrindavana seria a personalidade de Deus em pessoa, uma vez que a Vrindavana terrestre seria, em certo aspecto, especial e uma expansão direta da Vrindavana original (Goloka Vrindavana).
Embora haja discordância neste tópico entre os diversos
Sampradayas (Escolas filosóficas), esta é a explicação de Prabhupada. Krishna é um avatar,que segnifica ava =antiga e tora=lei , então seria um representante da antiga lei, a lei divina, sendo Vishnu um aspecto da divindade, como o Filho do Homem na tradição cristã, Krishna é um avatar da lei, a divindade encarnada na face da terra, um estado de ser vibrando em alta consciência no aspecto divino, segundo a tradição hindu, como Brahma(Pai), Vishnu (Filho) e Shiva (Espírito Santo).

O Nome :Krishna
O nome em sânscrito é escrito kṛṣṇa (veja Sânscrito para pronúncia).
O Mahabharata (Udyogaparva 71.4), analisa a palavra 'Krishna' da seguinte maneira
krishir bhu-vacakah sabdo nas ca nirvriti-vacakah
tayor aikyam param brahma krishna ity abhidhiyate
(Tradução) - A palavra 'krish' é a característica atrativa da existência do Senhor, e 'na' significa 'prazer espiritual.' Quando o verbo 'krish' é adicionado ao 'na', ele se torna 'krishna', que significa Verdade Absoluta.
De acordo com a maioria dos dicionários, a palavra Krishna significa 'negro' ou 'escuro' em sânscrito. Relaciona-se com palavras parecidas em outros idiomas indo-europeus. Às vezes se traduz como 'O Senhor Escuro' ou 'o de pele escura'. Pode significar também 'Todo atrativo'.
Ele é conhecido por vários outros nomes e títulos e a tradição Gaudiya tem uma lista com 108 nomes. Os mais usados incluem:
Adidev: O Senhor dos senhores.
Balgopal: O “Todo Atrativo”; o menino Krishna.
Chaturbhuj: O Senhor dos quatro braços.
Dayalu: Depósito de toda a compaixão.
Govinda: Aquele que agrada as vacas, a Terra e a natureza inteira.
Gyaneshwar: Senhor do Conhecimento.
Hari: O Senhor da Natureza.
Jagadisha: O Protetor de todos.
Kamalnayan: O Senhor que tem os olhos como o lótus.
Manohar: Senhor da beleza.
Murali: Senhor de toda a doçura; Senhor da flauta.
Narayana: O refúgio de todos.
Prabrahmana: A Suprema e Absoluta Verdade.
Ravilochana: Aquele cujos olhos são o Sol.
Trivikrama: Vencedor de todos os três mundos.
Upendra: Irmão de
Indra.
Vishwatma: Alma do universo.
Yogi: O Mestre Supremo.

sábado, 9 de agosto de 2008

*Jaane Tu Ya Jaane Na *

Kabhi kabhi aditi,
(sometimes Aditi-)
zindagi mein yun hi,
(someone in your life-)
koi apna lagta hai
(seems all that’s there to be…)
kabhi kabhi aditi
(sometimes Aditi-)
woh bichhad jaaye to
(if you two get separated-)
ek sapna lagta hai
(it seems like a bad dream…)
aise mein koi kaise apne, aansuon ko, behne se roke…
(in times like that, how does one, stop his tears from falling…)
aur kaise koi soch le, everyhting’s gonna be ok…
(and how does one come to think that everything’s gonna be ok…)
kabhi kabhi to lage
(sometimes it seems-)
zindagi mein rahi
(there remains in life-)
na khushi aur na maza
(no hppiness and no fun…)
kabhi kabhi to lage
(sometimes it seems-)
har din mushkil
(each day’s too hard-)
aur har pal ek saza
(and each moment a penalty…)
aise mein koi kaise muskaraaye, kaise hans de khush hoke…
(in times like that, how does one smile and laugh with happiness…)
aur kaise koi soch le, everyhting’s gonna be ok
(and how does one come to think that everything’s gonna be ok…)
soch zara jaanejaan,
(think about it dear one,)
tujh ko hum kitna chaahte hain
(how much we all love you…)
rote hain hum bhi agar
(even we beging to weep,)
teri aakhon mein aansu aate hain
(if we see tears in your eyes…)
gaana toh aata nahin hai magar
(though we dunno how to sing yet,)
phir bhi hum gaate hain
(still we break into a song for you…)
hey aditi maana kabhi kabhi, saare jahan mein, andhera hota hai…
(Hey Aditi, fine if the whole world, seems to be engulfed in darkness…)
lekin raat ke baad hi to, savera hota hai
(but nights are what precede a beautiful morning, o dear…)
kabhi kabhi aditi
zindagi mein yun hi
koi apna lagta hai
kabhi kabhi aditi
woh bichhad jaaye to
ek sapna lagta hai
hey aditi hans de, hans de, hans de, hans de, hans de
(hey Aditi, break into a laugh, break into a smile…)
hans de tu zara
(please do it for us….)

tu khush hai
(if you are happy)
to lage ke jahaan mein
(then it seems as if)
chhayi hai khushi
(the world is a cheerful place…)
sooraj nikle
(the sun comes out)
baadlon se
(from the clouds)
aur baante zindagi
(and spreads life all around…)
sunn to zara
(just listen to it)
madhosh hava
(the semiconscious breeze)
tujhse kehne lagi
(what it’s saying to you…)
ke aditi woh jo bichhadte hain, ek na ke din, phir mil jaate hain
(that Aditi, those who get separated, some day or other, get united again…)
aditi jaane tu, ya jaane na, phool phir khil jaate hain
(Aditi! you know it, or you don’t, but the flowers do blossom again….)

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Templo do Sol em Konarak

O Templo do Sol é um dos mais importantes e famosos templos indianos dedicados a Surya, o deus do Sol. Está localizado no vilarejo histórico de Konarak, na província de Orissa.
História do Templo
O templo foi construído por volta de 1250 pelo Rei Langula Narasimha Dev (1238-1264 ou 1282), da Dinastia Ganga, com as obras supervisionadas pelo arquiteto-chefe Bishu Maharana. No século XVI o templo foi parcialmente destruído pelo general afegão Kalapahad, um hindu converso ao Islamismo, que invadiu o então reino de Orissa em 1508 e atacou diversos outros edifícios sagrados da região. As imagens dos deuses foram depredadas e a grande torre teve seu arco de sustentação deslocado, causado seu colapso e danificando as outras estruturas do entorno. Contudo, diz a tradição que os sacerdotes de Konarak conseguiram esconder a estátua principal da deidade e a enterraram na areia, onde teria permanecido por anos, e mais tarde teria sido de lá retirada e levada para o templo de Indra no complexo de Jagannath. Alguns consideram que a imagem jamais foi encontrada, e outros afirmam que uma estátua de Surya mantida no Museu Nacional de Delhi é aquela perdida. De qualquer forma o culto a Surya encerrou com a remoção de sua imagem do templo, e com isso a cidade entrou em decadência, sendo abandonada e envolvida pela selva. Posteriormente o complexo foi espoliado em diversas ocasiões para utilização de seu material em outros edifícios, e no século XVIII estava desprovido da maior parte dos adornos que podiam ser removidos. Até o início do século XIX as ruínas do templo estavam cobertas de entulho e areia, o que de certa forma preservou os remanescentes da rica decoração que hoje apresenta. O templo, alinhado na direção leste-oeste, é todo construído à semelhança de uma carruagem, o carro do Sol, puxada por sete cavalos e com doze pares de rodas de pedra, e tem as fachadas cobertas de relevos. Como outros templos indianos, o complexo se compõe de uma edificação principal em forma de torre (vimana), originalmente com cerca de 70 m de altura, onde estava entronizada a imagem da divindade; um átrio piramidal (jagamohana) de cerca de 40 m, a estrutura melhor preservada atualmente, com entradas nas quatro faces, uma das quais ligada ao sanctum (antarala), de onde os devotos podiam vislumbrar a imagem; uma sala de refeições (bhoga-mandapa) e uma sala de dança (nirtya-mandapa ou nat mandir), onde eram feitas homenagens dançadas ao deus.
Características
Em termos de estilo o templo de Konarak pertence à escola Kalinga, com torreões curvilíneos coroados por cúpulas, e sua planta é similar a outros complexos religiosos da província. Apesar de ter sofrido muitos prejuízos em sua história e estar em estado de ruína parcial, o templo é famoso por suas harmoniosas proporções e por sua rica e profusa decoração escultórica em todas as fachadas, com inúmeras figuras em relevo de vários tamanhos e em múltiplas posições, com dançarinos, divindades, animais, criaturas míticas, caçadores, cenas cortesãs e também cenas sensuais, além de intrincados padrões decorativos geométricos e fitomorfos. Na base se enfileiram 1.452 elefantes esculpidos. Parte das suas esculturas está preservada em um museu criado para este fim, anexo aos edifícios. A beleza da construção fez o poeta Rabindranath Tagore escrever que "aqui a linguagem da pedra sobrepuja a linguagem humana". Originalmente os relevos, feitos em arenito, eram cobertos por uma fina camada de gesso, que era pintada em viva policromia, ainda presente em alguns pontos. Dos grupos escultóricos se destacam as grandes imagens do deus Surya em três lados do templo principal. A do lado sul figura o deus em sua juventude, simbolizando o sol nascente. A do oeste representa o sol do meio-dia, no vigor da idade madura, em sua carruagem tirada por sete cavalos e dirigida por Aruna, o seu auriga. A terceira estátua, ao norte, mostra o deus com sinais visíveis de cansaço, simbolizando o sol ao fim do dia, e ele cavalga um dos cavalos, que representa os derradeiros raios de luz antes da noite.
Também são interessantes as 24 grandes rodas esculpidas na pedra, simbólicas das 24 horas do dia, e que aumentam a impressão do edifício ser uma grande carruagem; os sete belos cavalos, um para cada dia da semana, segundo a tradição chamados Gyatri, Usnika, Anustuv, Vrihati, Pangti, Tristup e Jagati, e a grande arquitrave que pertencia à entrada principal do jagamohana, com personificações dos nove planetas da tradição hindu: Surya (Sol), Chandra (Lua), Mangala (Marte), Budha (Mercúrio), Brihaspati (Júpiter), Shukra (Vênus), Shani (Saturno), Rahu (Nodo Ascendente) e Ketu (Nodo Descendente). Esta arquitrave sofreu uma tentativa de remoção em 1893 para ser levada a um museu, mas devido ao seu peso foi cortada em duas, e por causa do areal em torno não pôde ser carregada, sendo deixada à distância. Atualmente está em um abrigo especial. Os inúmeros elefantes que circundam o prédio foram encontrados soterrados e dispersos, e foram instalados equivocamente em plataformas voltadas para o templo, quando deveriam estar voltados para fora, saudando a multidão dos devotos que chegam.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Meu Aniversário

Chegou o grande dia : MEU ANIVERSÁRIO estava super ansiosa com a Festa que estavam preparando,ansiedade era pouco,meu namorado passou o dia todo me dando atenção e me escondendo os preparativos da Festa....Dia inexquecivél.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

*Teri Ore* Musica Hindi (Traduções)

Dil kho gaya, ho gaya… kisika…
(I lost my heart, it became… someone else’s…)
ab raasta, mil gaya…. khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
aankhon mein hai, khwaab sa… kisika…
(in my eyes, is a dream… of someone…)
ab raasta, mil gaya… khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
rishta nayaa, rabba… dil chhu raha hai…
(a new relation, God… the heart has begun touching now…)
kheenche mujhe koi dorr, Teri Ore… ( Teri Ore)
(and a string pulls me towards you… -towards you- )
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
khulti fizayein…
(opening breezes…)
ghulti ghataayein…
(and soul-stirring scapes…)
sir pe naya hai aasmaan….
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
inna sinde desre,
paani dariya de kande…
inna sinde desre,
paani dariya de kande…
dooja maari aaiya nai…
inna sinde desre…
dooja maari aaiya nai…
inna sinde desre…
ik Heer thi aur… tha ek Ranjha…
(once there was a Heer… and a Ranjha…)
kehte hain mere gaon mein…
(so say the fables, in my village…)
sachhaa ho dil to… sau mushkilein hon…
(if the heart is true… no matter a hundred troubles…)
jhukta naseeba paon mein…
(destiny bows down at your feet…)
haan… aanchal tera Rabba… falak ban gaya hai…
(yeah… my embrace, oh God!… has come to be your shade…)
ab iska nahi koi ore… koi chhorr..
(now it won’t embrace anyone else… no matter what!…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
dil kho gaya, ho gaya… kisika…
(I lost my heart, it became… someone else’s…)
ab raasta, mil gaya…. khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
aankhon mein hai, khwaab sa… kisika…
(in my eyes, is a dream… of someone…)
ab raasta, mil gaya… khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
rishta nayaa, rabba… dil chhu raha hai…
(a new relation, God… the heart has begun touching now…)
kheenche mujhe koi dorr, Teri Ore… ( Teri Ore)
(and a string pulls me towards you… -towards you- )
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards
(seems like a new sky above us…)
chaaro dishayein…
(all the four directions…)
hass ke bulayein…
(call for us, with laughter…)
yun sab hue hain meherbaan…
(this is how everyone is being generous…)
haan… humein to yahi rabba…
(yeah… all this, my God…)
kasam se pata hai…
(I swear is all I know…)
dil pe nahi, koi zorr… koi zorr..
(that there’s no forcing the heart… no forcing…)

Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
dil kho gaya, ho gaya… kisika…
(I lost my heart, it became… someone else’s…)
ab raasta, mil gaya…. khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
aankhon mein hai, khwaab sa… kisika…
(in my eyes, is a dream… of someone…)
ab raasta, mil gaya… khushi ka…
(a way to the heart, I found… of happiness…)
rishta nayaa, rabba… dil chhu raha hai…
(a new relation, God… the heart has begun touching now…)
kheenche mujhe koi dorr, Teri Ore… ( Teri Ore)
(and a string pulls me towards you… -towards you- )
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore… hai Rabba…
(towards you… towards you… towards you… O God!)
Teri Ore… Teri Ore… Teri Ore…
(towards you… towards you… towards you…)
inna sinde desre,
paani dariya de kande…
inna sinde desre,
paani dariya de kande…
inna sinde desre,
paani dariya de kande…
dooja maari aaiya nai…
inna sinde desre…

terça-feira, 1 de julho de 2008

Momentos de Julho

Em Julho mês do meu aniversário e foi um dos melhores aniversários que passei,viajei bastante na Índia,fui para vários lugares exóticos e iluminados,valeu cada segundo do mês de Julho em todas as fases....Viva mês de Julho.



quarta-feira, 25 de junho de 2008

Amei essas Meninas

Em Junho voltei ao Japão e fique por um mês,louca para voltar a Índia,mas não demorou dia 25 de junho embarque novamente para Índia e com intuito de ficar mais 3 meses.
dessa vez levei comigo umas amigas brasileiras que assessorei na índia para curso de massagens ayurvedica e passamos momentos muito legais.
Valeu Taty,Drica,Lilith e minha filha Jamylle.
Ahh!!! A Patricia também conheci esse ano,mora na Índia.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

*Kasam ki kasam*Musicas Hindi (Traduções)

Kasam ki kasam hai kasam se
(I swear in the name of swearing itself…)
Humko pyaar hai sirf tumse
(that you are the only one I love…)
Ab yeh pyaar na hoga phir humse
(and I won;t be able to love anyone after you…)
Kasam ki kasam hai kasam se
Humko pyaar hai sirf tumse
Log kehte hain paagal hoon main yeh bhi na jaanoon
(people call me mad, and I don’t even know it…)
Dil lutaaya hai maine, ab kisi ki na maanoon
(I have given away my heart, now I won’t listen to anyone…)
Chain de karke maine bechainiyaan yeh li hai
(by giving away my peace, I have taken this restlessness…)
Neendein udaake maine tumse vafaayein ki hai
(I have lost sleep over things, yet I proved my loyalty to you…)
hai kasam se
(I swear in the name of swearing itself…)
Jee rahe hain hum tere dam se
(that I am alive, just by the strength you give me…)
Ab yeh pyaar na hoga phir humse
(and I’ll never love anyone after you, my love…)
Kasam ki kasam hai kasam se
Humko pyaar hai sirf tumse
Kuch ishaaron mein tumne humse jo yeh kaha hai
(what you have said to me, in some of your gestures…)
Ab yakeen aa raha hai, tumko bhi kuch hua hai
(now I am beginning to believe, even you have got something on…)

Kyoon tumko dekhte hain, kya dil mein sochte hai
(why do I keep looking at you, what do I think in my heart?…)
Toofaan jo uth raha hai, hum usko rokte hain
(the storm that’s rising in my heart, I try to calm it down…)
Kasam ki kasam hai kasam se
(I swear in the very name iof swearing itrself…)
Yeh milan hai sanam ka sanam se
(this is the coming together of two hearts made for one another…)
Ab yeh pyaar na hoga phir humse
(…that I won’t be able to love anyone else ever agian…)
Kasam
(I swear…)
Ki kasam
(I promise)
Haan kasam
(yes, a promise…)
yeh kasam
(this promise…)
Di kasam
(I give a promise…)
Li kasam
(I accept a promise…)
Haan kasam
(yes a promise…)
Kasam
(a promise…)
Kasam
(a promise)
Kasam
(a promise)
Kasam ki kasam hai kasam se
Kasam ki kasam hai kasam se
(I swear in the name of swearing itself…)
Humko pyaar hai sirf tumse
(that you are the only one I love…)
Ab yeh pyaar na hoga phir humse
(and I won’t be able to love anyone after you…)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

New Delhi

A Cidade de Nova Delhi esteve cronologicamente estendida em camadas por eventos e resultados de grande importância histórica. O que se vê hoje não só é um amalgama de todas as camadas arquitetônicas, mas também dos aspectos políticos, culturais, econômico - um palpitante organismo sociológico, se atirando no futuro mas ainda arraigado firmemente em seu passado. Uma cidade de paradoxos, de boates e casamentos arranjados, uma cidade de viadutos e carros de boi, uma cidade de industriais e mendigos. A cidade de Delhi desde que seu começo viu umas séries de invasões. Senhores da Guerra e ditaduras principalmente islâmicas do norte, a cidade foi e saqueada várias vezes ao longo do tempo. As pessoas foram mortas e um rastro de pilhagem e destruição foram deixadas, tais como cicatrizes destes atos horríveis. Alguns vieram e criaram dinastias como os Mongóis enquanto outros postaram representantes capazes que formaram os seus próprios impérios. Eles construíram suas cidades e com o passar do tempo Delhi se tornou uma conglomeração de tais desenvolvimentos. Agora Delhi tem oito cidades fora da qual Shahajahanabad - também conhecido como Delhi Antiga, construída pelo imperador mongol Shahajahan e Nova Delhi – construída pelos britânicos é estendida pela Autoridade de Desenvolvimento de Delhi, sendo esta a de preocupação aqui.

Pontos Turisticos de New Delhi

*Qutab Minar
Também chamado Qutab Minar ou Qutub Minar é o minarete de tijolo mais alto do mundo, e um importante exemplo de arquitectura indo-islâmica. Fica em Deli, Índia. Foi declarado Património Mundial da Unesco em 1993.
O Qutb Minar mede 72.5 metros de altura. O diâmetro da base mede 14.3 metros enquanto que o diâmetro do chão do topo mede 2.75 metros.
Rodeando o minarete existem vários exemplos de arquitectura indiana do tempo em que foi construído, em
1193.
Humayun Tomb O Túmulo de Humayun é o mais antigo mausoléu mongol de Deli e uma das mais extraordinárias construções históricas da cidade. Foi a primeira das grandes construções do período mongol. O mausoléu foi mandado construir pela viúva de Humayun no século XVI em honra do seu marido. É declarado pela Unesco como parte do património mundial.
A sua importância arquitetónica-paisagística é vista sobretudo no fato de ter fundamentado a concepção que une mausoléus a jardins. Assim, seria também modelo do
Taj Mahal, em Agra.

*Red Fort de New Delhi
É um grande exemplo da arquitetura indiana. Um viajante do século XVII chegou a se referir a ele como uma maravilha superior às prometidas no paraíso. As pedras vermelhas usadas nas paredes deste monumental conjunto arquitetônico indiano não são as mais preciosas, mas influenciaram diretamente seu nome: Red Fort (Forte Vermelho). Localizado na região hoje conehcida como Velha Delhi, foi construído no século XVII. Na época, o soberano era Shah Jahan, o construtor do Taj Mahal. Após a morte da esposa, o rei decidiu transferir de lugar a capital do reino, até então sediada em Agra. Não poupou esforços nem recursos na tarefa de criar a cidade real. Palácios adornados de ouro, prata e pedras preciosas, ladeados por jardins das mil e uma noites, ganharam vida a partir dos desenhos dos arquitetos reais. As riquezas e parte da construção, entretanto, não resistiram aos saques e à deterioração. Ainda assim, o muito que restou do Red Fort ainda permite vislumbrar a opulência daqueles tempos remotos.
*Jantar Mantar.
É um magnifico observatório com instrumentos de alvenaria construidos pelo Rei de Rajput Jai Singh,engenheiro,matemático e astronomo.


Obs.: Breve postarei o restante dos pontos turisticos de New Delhi.